- A Fiscalía Nacional Financiera pediu que Nicolas Sarkozy seja processado por pressionar testemunha-chave, e também acusou Carla Bruni e Michèle Marchand de associação ilícita.
- O caso envolve financiamento ilegal da campanha de 2007, ligado ao empresário Ziad Takieddine, que morreu em setembro, dois dias antes da condenação de Sarkozy.
- Sarkozy foi condenado em setembro a cinco anos de prisão por associação ilícita; cumpriu breve tempo preso e recebeu liberdade condicional, após o que publicou o livro Diário de um prisioneiro.
- A apelação contra a condenação está prevista para começo de 2026; Bruni e Sarkozy apresentaram recurso para tentar cancelar a solicitação da fiscalia.
- A fiscalia aponta suposta pressão para alterar o testemunho do principal depoente, com Takieddine inicialmente afirmando ter entregue dinheiro ao círculo próximo de Sarkozy e depois retractando.
Nicolas Sarkozy, ex-presidente francês, acumula problemas judiciais após a saída da prisão. A Polícia fiscaliza novas acusações ligadas ao financiamento libio de 2007, incluindo pressão a testemunha-chave. A PNF pediu seu processamento, com Bruni e Michèle Marchand também citadas.
Condenado em setembro por associação ilícita no caso Libiagate, Sarkozy deixou a prisão após pedido de liberdade condicional. O livro Diário de um prisioneiro, que narra a breve passagem pela cadeia, já vendeu cerca de 100 mil exemplares. O processo de apelação está previsto para início de 2026.
Atualização do caso
A PNF sustenta que Sarkozy pressionou testemunha-chave para alterar seu depoimento. Além dele, Carla Bruni é acusada de associação ilícita, e Michèle Marchand aparece entre os implicados. Ziad Takieddine, empresário franco-libanês, foi o principal informante do caso e faleceu em setembro, dois dias antes da condenação de Sarkozy.
Segundo a investigação, os envolvidos teriam orquestrado uma campanha para blindar o ex-presidente, usando contatos e pressões para modificar versões de depoimentos. A promotoria também aponta suposta utilização de uma linha telefônica de Bruni para contatos com Takieddine, mediada pela terceira implicada.
Expectativas processuais
Sarkozy recorreu da sentença e aguarda o julgamento de apelação, programado para o início de 2026. Enquanto isso, o caso Libiagate permanece em andamento, com novas etapas formais após a solicitação de processamento pela PNF. As decisões finais caberão ao tribunal competente.
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