Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Políticos belgas e executivos visados pela Rússia por ativos apreendidos

Agências de inteligência europeias apontam campanha de intimidação da GRU contra executivos da Euroclear para pressionar a Bélgica a bloquear o uso de 185 bilhões de euros de ativos russos para a Ucrânia

The headquarters of the Euroclear financial institute in Brussels
0:00
Carregando...
0:00
  • A União Europeia mantém cerca de €210 bilhões em ativos do banco central russo congelados, com a maior parte (≈ €185 bilhões) na Euroclear, em Bruxelas.
  • líderes da UE avaliam um empréstimo inicial de €90 bilhões garantido por esses ativos para sustentar o esforço de guerra da Ucrânia até 2026 e 2027; a Bélgica questiona a legalidade e exige garantia de reembolso integral em disputas legais.
  • Autoridades europeias atribuem a campanha de intimidação à inteligência militar da Rússia (GRU), mirando executivos da Euroclear e figuras-chave na Bélgica.
  • Relatos indicam que Valérie Urbain, CEO da Euroclear, recebeu ameaças e buscou proteção policial; a empresa chegou a contratar seguranças.
  • A Bélgica e outros países discutem as garantias legais e a viabilidade do uso dos ativos; o objetivo é manter o financiamento para a Ucrânia, diante de ameaças russas e disputas legais.

A União Europeia mantém cerca de €210 bilhões em ativos do banco central russo congelados, com a maior parte, €185 bilhões, sob custódia na Euroclear, em Bruxelas. A UE avalia liberar um empréstimo inicial de €90 bilhões, garantido pelos ativos, para sustentar a Ucrânia. Bélgica exige garantias legais e reembolso integral em caso de disputas.

A questão envolve a possibilidade de uso desses ativos para financiar o esforço de guerra ucraniano até 2027. Autoridades europeias associam a atuação de uma campanha de intimidação à GRU, visando influenciar a posição belga e europeia sobre o desbloqueio.

Relatórios indicam que a ofensiva de intimidação mira figuras-chave, incluindo Valérie Urbain, CEO da Euroclear, e outros executivos seniores da instituição. Ações teriam incluído avisos sobre danos à integridade financeira da Bélgica em caso de confisco.

Segundo informações, Urbain pediu proteção policial e a Euroclear contratou seguranças. A gravidade das ameaças motivou discussões entre o primeiro-ministro belga e assessores sobre garantias legais para o empréstimo.

A Euroclear confirmou ter informações de ameaças e afirmou que investiga os fatos com apoio das autoridades quando necessário. A instituição não comentou detalhes específicos nem citou indivíduos.

Em Bruxelas, líderes da UE discutem nesta semana a viabilidade de um empréstimo de €90 bilhões lastreado nos ativos russos. O objetivo é manter o apoio financeiro a Kiev, até meados de 2026/2027, mesmo diante de riscos legais.

As tensões também envolvem a reação russa, que classifica a operação como apropriação indevida. O governo russo calcula danos financeiros bilionários e busca reparação judicial correspondente.

Em meio ao impasse, o Reino Unido participa do debate, com apoio à utilização dos ativos para financiar a Ucrânia. Países da UE também pressionam outros detentores de ativos russos a avançarem de forma solidária.

A tensão política local arise no contexto de negociações sobre garantias de reembolso. Belgas afirmam que qualquer operação depende de garantias legais robustas para evitar litígios.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais