- A Rússia pediu aos Estados Unidos que não cometam um “erro fatal” na crise com a Venezuela e pediu desescalada.
- O Kremlin afirmou que mantém contato constante com a Venezuela e expressou apoio a Nicolás Maduro.
- Maduro é próximo do Kremlin e visita Moscou regularmente.
- O governo americano ordenou o bloqueio de petroleiros na Venezuela; a Venezuela afirma que exportações de petróleo seguem normalmente.
- Não está claro como o bloqueio será implementado diante da presença de navios de guerra dos EUA no Caribe; o presidente Vladimir Putin reafirmou apoio a Maduro em recente ligação.
O governo russo pediu aos Estados Unidos que não cometam um erro fatal na crise com a Venezuela e fez um apelo à moderação. A Russia afirmou manter contato constante com Caracas, sua aliada, e pediu desescalada na região.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia informou que não permitirá que a situação se agrave e ressaltou a necessidade de evitar consequências imprevisíveis para o Hemisfério Ocidental. O porta-voz Dmitri Peskov reiterou esse apelo.
O Kremlin destacou que está em comunicação contínua com a Venezuela, destacando o apoio ao governo de Nicolás Maduro. A denúncia de blocos de petróleo por Washington elevou tensões entre os dois países e o governo venezuelano informou que as exportações seguem estáveis.
Contexto e desdobramentos
O presidente dos EUA anunciou bloqueio a petroleiros venezuelanos, medida que ampliou a escalada entre Washington e Caracas. A Venezuela afirmou que suas exportações de petróleo continuam normais, apesar das sanções.
Maduro mantém relação próxima com a Rússia, com visitas regulares a Moscou. Em telefonemas recentes, Putin reiterou apoio a Maduro, enquanto o governo russo pediu contenção a todos os países da região.
Por meio de seu chanceler, o Kremlin pediu que países da região demonstrem contenção para evitar desfechos imprevisíveis. A situação envolve fases de tensão diplomática e possíveis impactos no comércio regional.
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