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Novos ataques dos EUA contra narcolanchas no Pacífico deixam 5 mortos

Cinco supostos narcoterroristas mortos elevam para cento e quatro o total de vítimas; ONU e legisladores questionam legalidade das ações, sem provas apresentadas

Lanchas atacadas pelos EUA no Oceano Pacífico. Foto: Handout / US Southern Command / AFP
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  • O Exército dos Estados Unidos informou a morte de cinco supostos narcoterroristas em dois ataques contra embarcações no Pacífico, elevando para 104 o número de vítimas desde o início da campanha antidrogas na região.
  • A versão do Comando Sul aponta que as embarcações operavam em rotas conhecidas de narcotráfico no Pacífico Oriental e estavam envolvidas com atividades ilícitas; três mortes ocorreram no primeiro ataque e duas no segundo.
  • A AFP, com base em informações oficiais, atualizou o saldo para 104 mortos nos bombardeios no Pacífico e no Caribe.
  • O governo dos Estados Unidos não apresentou provas de envolvimento das embarcações com narcotráfico, gerando debate sobre a legalidade das ações.
  • A operação ocorre em um momento de pressão sobre Nicolás Maduro, acusado de liderar uma rede de narcotráfico, e de debates sobre regulamentação dessas ações no Congresso.

O Exército dos Estados Unidos informou na quinta-feira 18 a morte de cinco supostos narcoterroristas em dois ataques contra embarcações no Pacífico, elevando o total de vítimas para 104 desde o início da campanha antidrogas na região. A operação ocorreu no Pacífico Oriental.

Segundo o Comando Sul, a inteligência mostrou que as embarcações transitavam por rotas conhecidas do narcotráfico e participavam de operações ilegais. No primeiro ataque, três homens morreram; no segundo, mais dois, totalizando cinco óbitos.

O governo dos EUA não apresentou evidências para vincular as embarcações a atividades de narcotráfico, gerando debate sobre a legalidade das ações. Organizações internacionais e especialistas questionam a legalidade das operações.

Além disso, deputados e senadores, em sua maioria, rejeitaram propostas que regulamentariam as ações por lei, mantendo o atual regime de autoridade para os ataques. A iniciativa ocorreu em meio à pressão dos EUA sobre Nicolás Maduro na Venezuela.

A ofensiva ocorre em meio a tensões regionais e a críticas sobre procedimentos legais internacionais. Autoridades venezuelanas e representantes diplomáticos não foram citados neste relatório.

Fonte: agências internacionais e comunicados oficiais indicam que a contagem de vítimas é de 104, conforme atualização mais recente. O tema permanece sob escrutínio internacional.

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