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Atletas da NFL pedem medidas contra perseguição na Nigéria

Mais de sessenta jogadores da NFL pedem ações dos EUA contra perseguição religiosa na Nigéria, incluindo ajuda humanitária e relatórios trimestrais ao Congresso

NFL: atletas cristãos cobram ação contra perseguição na Nigéria
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  • Mais de 60 jogadores e ex-jogadores da NFL assinaram uma carta pedindo ações do governo dos EUA diante da perseguição religiosa na Nigéria.
  • A carta foi enviada a autoridades em Washington, incluindo o presidente, líderes do Congresso e outros oficiais, solicitando medidas concretas imediatas.
  • Entre as demandas estão ampliar assistência humanitária, apresentar relatórios trimestrais ao Congresso sobre violência por motivos religiosos e preencher o cargo de Embaixador Geral para Liberdade Religiosa Internacional no Departamento de Estado.
  • Signatários citados incluem Kirk Cousins, Jameis Winston, Brock Purdy, C. J. Stroud, TreVeyon Henderson, Tony Dungy, Steve Stenstrom e Benjamin Watson.
  • A carta menciona que, em outubro, o governo dos EUA reconheceu a Nigéria como país de preocupação particular e destaca dados de organizações que registram ataques contra cristãos na região.

Mais de 60 jogadores e ex-jogadores da NFL assinaram uma carta dirigida a autoridades dos EUA, pedindo ação diante da escalada da perseguição religiosa na Nigéria. O documento foi enviado a líderes em Washington, conforme o Sports Spectrum.

A carta afirma que a perseguição atingiu níveis que exigem resposta imediata, citando violência contra comunidades religiosas e a necessidade de responsabilizar autores de crimes.

Entre os signatários estão Kirk Cousins, Jameis Winston, Tony Dungy, TreVeyon Henderson e outros nomes conhecidos da liga. A mensagem enfatiza responsabilidade de falar por quem sofre com a violência.

Pedidos específicos

Os atletas solicitam ações concretas, como ampliar assistência humanitária a deslocados, apresentar relatórios trimestrais ao Congresso sobre violência motivada por religião e preencher o cargo de Embaixador Geral para Liberdade Religiosa Internacional no Departamento de Estado.

A carta menciona que, em outubro, o ex-presidente Trump classificou a Nigéria como país de preocupação particular. Os signatários pedem uso efetivo de instrumentos diplomáticos para proteger liberdades religiosas.

Dados citados pelo Sports Spectrum, com base na Intersociety, apontam 7.800 cristãos detenidos ou sequestrados por motivos religiosos entre janeiro e 10 de agosto. A Portas Abertas registra 4.476 mortes de cristãos em 2024, com 3.100 na Nigéria.

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