- O secretário de Defesa dos Estados Unidos disse que há risco de novos ataques contra alvos do Estado Islâmico no noroeste da Nigéria, após ações contra acampamentos militantes em Sokoto.
- Os ataques teriam ocorrido com coordenação do governo nigeriano, que descreveu as operações como “em andamento em conjunto”.
- O governo da Nigéria informou que colaborou com autoridades americanas e que não há confirmação de mortes ainda.
- O ex-presidente Donald Trump afirmou, em redes sociais, ter ordenado ataques contra militantes islâmicos na Nigéria, destacando que foram múltiplos golpes bem executados.
- Autoridades nigerianas ressaltaram que a operação busca proteger vidas de civis e que é uma iniciativa conjunta, não dirigida a uma religião específica.
O Departamento de Defesa dos EUA anunciou novas ações contra alvos do Estado Islâmico na região noroeste da Nigéria, após ataques a acampamentos militantes. As informações apontam que as ofensivas ocorreram em Sokoto, com coordenação entre EUA e autoridades Nigerianas. A operação visa interromper ataques violentos contra civis e proteger vidas, segundo declarações oficiais.
Fontes do governo nigeriano informaram que a ofensiva foi realizada com inteligência de Lagos e apoio de forças locais. O ministro de Relações Exteriores, Yusuf Tuggar, afirmou que o governo participou ativamente, incluindo contatos com autoridades americanas para autorizado a atuação. Tuggar destacou caráter colaborativo da ação.
Tuggar mencionou ainda que a operação representa uma fase contínua do combate ao terrorismo, sem direcionamento a uma religião específica. O governo Nigeriano também ressaltou que as informações de inteligência contribuíram para o planejamento das ações, realizadas no estado de Sokoto.
O Pentágono comunicou, por meio das redes oficiais, que os ataques ocorreram com o aval de autoridades Nigerianas. Não houve confirmação de mortos ou feridos pelos ministérios envolvidos, e números podem não ter sido divulgados. A atuação incluiu vigilância aérea prévia à ofensiva.
Operação ocorre em contexto de tensão religiosa e violência em Nigeria, com ataques registrados contra cristãos e comunidades locais. Autoridades nigerianas afirmaram que a cooperação com os EUA busca reduzir o sofrimento de civis e interromper atividades de grupos armados.
A recente ofensiva acontece após ataques recentes em outras regiões e de declarações públicas de líderes internacionais sobre a violência sectária no país. Enquanto o governo africano reforça o combate aos grupos extremistas, a situação humanitária continua sob observação de organizações internacionais.
Aguarda-se divulgação de qualquer confirmação sobre resultados diretos da operação e sobre novas ações previstas, com o foco em reduzir ataques contra civis e estabilizar as áreas impactadas. Funcionários americanos reiteraram o caráter multilateral da iniciativa.
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