- O regulador cibernético da China divulgou propostas de regras para supervisão de serviços de IA que simulam personalidades humanas.
- As regras foram apresentadas para consulta pública, com o objetivo de reforçar a ética e a segurança na IA voltada ao consumidor.
- As normas se aplicam a produtos e serviços de IA oferecidos ao público na China que apresentem traços simulados de personalidade, padrões de pensamento e estilos de comunicação.
- Esses sistemas interagem com usuários de forma emocional por meio de texto, imagens, áudio, vídeo ou outros meios.
- O objetivo é estabelecer requisitos éticos e de segurança para o uso dessas tecnologias.
O órgão regulador cibernético da China anunciou neste sábado a divulgação, para consulta pública, de um conjunto de sugestões de regras. O objetivo é reforçar a supervisão de serviços de IA que simulam personalidades humanas e interações emocionais com usuários.
As propostas abrangem produtos e serviços de IA oferecidos na China que apresentem traços de personalidade simulada, estilos de pensamento e padrões de comunicação. A ideia é regular como esses sistemas interagem com o público por texto, imagem, áudio, vídeo ou outros meios.
Segundo o regulador, as regras visam acompanhar a rápida adoção de IA voltada ao consumidor. A medida enfatiza requisitos éticos e de segurança para assegurar transparência, responsabilidade e proteção aos usuários. O conteúdo poderá passar por consulta pública até o fim do processo.
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