- O Dib Bangkok, museu de arte contemporânea da família Osathanugrah, será inaugurado em dezembro em um galpão convertido de 7.000 m², com 11 galerias, jardim de esculturas e espaço satélite.
- A mostra inaugural (In)visible Presence aborda memória, luto e mortalidade, com obras de artistas globais e foco em tecnologia e novos meios; inclui trabalhos de Lee Bul, Anselm Kiefer, Pinaree Sanpitak e outros.
- A coleção da família, com mais de 1.000 obras, foi iniciada por Petch Osathanugrah e continua pelo filho Purat “Chang” Osathanugrah, atual presidente da Bangkok University.
- O espaço satélite Dib26, em Soi Sukhumvit 26, terá programação mais experimental e educativa, funcionando próximo ao projeto principal.
- A diretora inaugural Miwako Tezuka diz que o museu pretende ser uma referência institucional para vozes emergentes e promover encontros diretos entre o público e a arte contemporânea global.
Dib Bangkok abre as portas como museu contemporâneo ligado à família Osathanugrah. O espaço, em um galpão convertido de 7.000 m², reúne mais de 1.000 obras da coleção privada iniciada por Petch Osathanugrah e continuada por Purat “Chang” Osathanugrah. A inauguração ocorre em dezembro, em Bangkok.
A mostra inaugural, intitulada In)visible Presence, aborda memória, luto e mortalidade. As obras pertencem ao acervo da família e incluem artistas globais, com foco em tecnologia e novos meios. O projeto foi concluído após a morte de Petch, em 2023, com a liderança de Purat.
Sobre o espaço e a programação
Dib Bangkok fica em uma área residencial próxima ao porto de Khlong Toei. O edifício de 3 andares abriga 11 galerias, um pátio de 1.400 m², um jardim de esculturas e o espaço Dib26, voltado a propostas mais experimentais.
Dib26, a 15 minutos de distância, funciona como projeto satélite com programação educativa e comunitária. O espaço foi desenvolvido pela Supermachine Studio e inaugurado neste ano, em parceria com a Bangkok University.
Diretoras e visão curatorial
Miwako Tezuka, diretora inaugural, afirma que a cena de Bangkok caminha para se tornar destino para o público internacional. O museu pretende servir como ponte entre vozes emergentes e arte global, promovendo encontros diretos com as obras.
A curadoria buscará temáticas universais, sem ficar presa a geografia ou períodos. A coleção de Petch, com mais de 1.000 peças de mais de 200 artistas, serve de base para exposições futuras. Tezuka destaca a importância de tecnologia e mídia contemporânea.
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