- EUA oferecem garantias de segurança sólidas à Ucrânia por quinze anos, com possibilidade de prorrogação.
- Zelensky pediu prazo mais longo, sugerindo trinta, quarenta ou cinquenta anos, e levou a ideia a Donald Trump, que informou que iria avaliar.
- Zelensky e Trump se reuniram na Flórida para discutir um possível acordo de paz.
- O fim da lei marcial depende de garantias de segurança e de um acordo entre quatro partes: Ucrânia, Europa, Estados Unidos e Rússia.
- O presidente ucraniano prevê reuniões entre autoridades americanas, europeias e ucranianas em janeiro, para avançar rumo a um encontro com os russos.
O governo dos Estados Unidos ofereceu garantias de segurança “sólidas” à Ucrânia por um horizonte de 15 anos, com possibilidade de prorrogação. A informação foi divulgada por o presidente ucraniano Volodimir Zelensky, após reunião com o ex-presidente Donald Trump na Flórida.
Zelensky afirmou que pediu à Trump uma avaliação de um prazo mais longo, apontando 30, 40 ou 50 anos como possibilidades. O encontro ocorreu no domingo, visando avançar em um eventual acordo para encerrar o conflito iniciado em 2022.
Segundo o presidente ucraniano, o fim da lei marcial depende das garantias de segurança. A lei, em vigor desde o início da invasão russa, restringe o recrutamento de homens entre 25 e 60 anos, salvo autorização especial.
Zelensky destacou que qualquer acordo para encerrar a guerra deve envolver quatro partes: Ucrânia, Europa, Estados Unidos e Rússia. Ele espera que autoridades americanas e europeias se reúnam na Ucrânia em breve para preparar novos encontros.
Garantias de segurança
A liderança ucraniana sinalizou a intenção de manter negociações com foco em garantias de segurança duradouras. O objetivo é facilitar o término do conflito, condicionando o fim da lei marcial a um acordo multilateral.
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