- A China realizou as maiores manobras ao redor de Taiwan, chamadas “Justiça Missão 2025”, para mostrar a habilidade de cortar o apoio externo à ilha em um conflito.
- Taiwan rejeita as reivindicações de soberania e afirma ser um país independente, a República da China, dizendo que apenas seu povo pode definir o futuro.
- O histórico de tensões envolve praticamente guerras entre as duas partes desde 1949, com o maior confronto desde 1958, quando forças chinesas bombardearam Kinmen e Matsu.
- Em episódios anteriores, a China realizou exercícios ao redor de Taiwan em 2022, 2023 e 2024, incluindo lançamentos de mísseis e simulações de ataques, como resposta a visitas ou eventos envolvendo autoridades taiwanesas.
- Em abril de dois mil e vinte e cinco, a China conduziu o exercício “Strait Thunder-2025”, sinalizando uma advertência contundente contra separatismo.
China realizou nesta segunda-feira as maiores manobras já realizadas ao redor de Taiwan, sob o nome Justiça Missão 2025. O objetivo é demonstrar a capacidade de cortar o island da assistência externa em um conflito, segundo a agência Reuters.
O governo chinês mantém a reclamação de soberania sobre Taiwan sob a política de Um Paiz, Um Regime. Taiwan, por sua vez, rejeita a soberania de Pequim e afirma que é uma democracia já independente, chamada República da China, cabendo ao povo decidir o futuro.
Histórico de tensões mostra episódios marcantes desde 1949. Em 1958 houve grande combates, com bombardear Kinmen e Matsu. Em 1996 ocorreram testes de mísseis próximos à ilha, antes de eleições presidentes. Em 2022 e 2023 houve grandes exercícios ao redor de Taiwan.
Entre 2023 e 2024, Pequim realizou diversos cercos militares em resposta a visitas ou eventos políticos em Taiwan, com exercícios, lançamentos de mísseis e bloqueios simulados. Em 2024, autoridades taiwanesas relatam aumento de atividade aerea e naval chinesa, sem confirmação oficial de exercícios.
Em abril de 2025, Pequim conduziu o Escudo Estrado-Strait Thunder-2025, apresentando como aviso firme contra o separatismo. A atividade ocorre em meio a debates diplomáticos e a contínua vigilância de Taiwan pela região e por aliados.
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