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Rússia não apresenta evidências plausíveis de ataque com drone a Putin

Lavrov afirma que defesas russas derrubaram noventa e um drones em suposto ataque a Putin em Novgorod; Kyiv nega e Zelensky discute plano de paz de 20 pontos com Trump

Ukrainian troops carry out military training in the Zaporizhzhia region
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  • Lavrov afirmou que defesas aéreas russas derrubaram 91 drones durante a noite, alegando ataque à residência de Putin na região de Novgorod; não foram divulgadas fotos nem danos.
  • Moscou descreveu o ataque como terrorismo de Estado; Kyiv nega as acusações e diz que a movimentação serve para justificar ataques e sabotar negociações de paz.
  • O chanceler ucraniano Andrii Sybiha disse que não houve evidência plausível e chamou as alegações de mentira habitual de Moscou.
  • Sybiha ressaltou que Emirados Árabes, Índia e Paquistão expressaram preocupações sobre o ataque que, segundo ele, nunca ocorreu, e destacou a ausência de declarações oficiais de outros países.
  • Zelenskyy se reuniu com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para tratar de um plano de paz de 20 pontos; os dois disseram haver avanços, com questões sobre território ainda em discussão.

O ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, afirmou que drones teriam sido usados em um ataque noturno contra a residência oficial de Vladimir Putin, na região de Novgorod, no noroeste da Rússia. Segundo Lavrov, as defesas aéreas derrubaram 91 drones de longo alcance. Não houve relatos de danos ou vítimas, nem fotos divulgadas.

O governo russo apresentou a acusação como terrorismo de estado, dizendo que ações semelhantes não ficarão sem resposta. Apontou que já havia planos de retaliação contra a Ucrânia, sem detalhar datas ou alvos. Kyiv, por sua vez, nega a ofensiva e questiona a veracidade das declarações russas.

Em Kyiv, o ministro de Relações Exteriores, Andrii Sybiha, contestou as denúncias, chamando-as falsas e parte de uma estratégia de propaganda para justificar ataques e sabotar negociações de paz. O chanceler citou que países como Emirados Árabes, Índia e Paquistão expressaram preocupações sem apresentar declarações formais.

No cenário diplomático, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, reuniu-se com o presidente dos EUA, Donald Trump, em Florida. O encontro girou em torno de um plano de paz com 20 pontos para encerrar o conflito. Ambos indicaram avanços, mas não detalharam as etapas restantes.

A reunião ocorreu em meio a tensões persistentes e ataques na região, com a imprensa internacional acompanhando as respostas oficiais de ambos os lados. As autoridades russas mantêm a versão de que houve ataque a Putin, enquanto Kyiv solicita evidências verificáveis.

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