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Incêndio em Crans-Montana: famílias aguardam identificação das vítimas

Famílias seguem esperando identidades de vítimas e feridos, enquanto investigação analisa causas e materiais usados no incêndio de Crans-Montana

Candles left in tribute near the scene of the blaze in Crans-Montana.
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  • O incêndio em Crans-Montana, na Suíça, ocorreu no Le Constellation durante a virada do ano, deixando cerca de quarenta mortos e oitenta feridos gravemente.
  • Um grupo de quinze jovens italianos de Milão viajara ao resort para comemorar o Ano Novo; oito conseguiram escapar e quatro permanecem desaparecidos até sexta-feira à noite, entre eles Achille Barosi e Chiara Costanzo, ambos com 16 anos.
  • Entre os feridos estão moradores de várias nacionalidades: 71 suíços, 14 franceses e 11 italianos, com ainda nacionalidades não confirmadas de 14 feridos.
  • A.creditação oficial aponta que o fogo pode ter começado por causa de sparklers colocados em cima de garrafas de champanhe muito próximas ao teto; as autoridades também analisam o isolamento acústico da região para verificar regulamentações.
  • A identificação de corpos e feridos pode levar dias, devido às queimaduras, e houve apelos de familiares para informações, incluindo casos públicos de jovens desaparecidos.

O incêndio no Le Constellation, em Crans-Montana, Ce sou norte da Suíça, deixou cerca de 40 mortos e 80 feridos graves, entre turistas jovens que celebravam a virada do ano. O fogo atingiu o clube na madrugada de sexta-feira, após uso de bebidas espumantes perto do teto. Equipes de resgate trabalham no local para identificar vítimas e apurar as causas.

O grupo de 15 jovens italianos, vindos de Milão, era parte das comemorações. Oito conseguiram escapar, e três estão entre os feridos gravemente. Dois dos mais velhos, Marco, 20, e Gabriele, 18, haviam planejado entrar no bar após a meia-noite, mas mudaram de ideia.

Até a sexta-feira, 113 das 119 pessoas feridas tinham sido identificadas. Entre os feridos, há suíços, franceses, italianos, sérbios e pessoas de outros países. As autoridades ressaltam que a identificação pode levar dias devido às queimaduras.

Achille Barosi e Chiara Costanzo, ambos com 16 anos, estavam entre os jovens ainda desaparecidos ao fim da tarde de sexta. Familiares seguem em busca de informações e recorrem a DNA e notificações oficiais para confirmar o paradeiro.

A identificação de vítimas mortas já começou. Um jovem italiano, Emanuele Galeppini, 17, foi anunciado como falecido pela Federação de Golfe da Itália; a família aguarda confirmação por DNA, segundo o tio da vítima.

A procuradoria estadual indicou que a origem do incêndio pode ter envolvido sparklers dentro de garrafas de champanhe colocadas muito próximas ao teto. A promotoria analisa vídeos e ouve testemunhas. Técnicos também examinam o material isolante do teto.

As autoridades destacaram que a identificação de mortos e de feridos pode exigir tempo. Nos dias seguintes, equipes trabalham para confirmar nacionalidades entre os feridos, com registros de suíços, franceses, italianos e de outras nações.

Crans-Montana vive luto coletivo. Moradores descrevem surpresa e tristeza diante da tragédia, em uma região acostumada a receber turistas de alto nível. Familiares de vítimas relatam angústia e esperam por informações oficiais.

Representantes de escolas e familiares de jovens ausentes reforçam o apelo por informações. Além de Achille e Chiara, outros nomes aparecem em redes sociais e comunicados de familiares que buscam notícias sobre o paradeiro de amigos que estavam no local.

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