- Incêndio no bar Le Constellation, em Crans-Montana, deixou cerca de 40 mortos e 115 feridos na véspera de Ano Novo.
- Autoridades suíças informaram que a identificação das vítimas pode levar dias ou semanas.
- O presidente da Suíça, Guy Parmelin, anunciou cinco dias de luto nacional pelo episódio.
- A primeira vítima identificada foi Emanuele Galeppini, jogador de golfe italiano.
- Ainda não se sabe a causa do incêndio; testemunhas relatam que o fogo pode ter começado após uso de bengalas/lanternas em garrafas de champanhe.
O fogo atingiu o Le Constellation, em Crans-Montana, na véspera de Ano Novo, tirando cerca de 40 vidas e deixando 115 pessoas feridas. Investigadores suíços trabalham para identificar as vítimas e apurar as causas. O país decretou luto nacional pelo desastre.
As autoridades alertam que a identificação das vítimas pode levar dias ou semanas. Familiares aguardam informações enquanto equipes forenses periciam o local e coletam dados. A comoção nacional ganhou tom de tragédia.
Identificação e investigações
O transporte de informações sobre a origem do incêndio ainda não está definido. Testemunhas afirmam ter visto faíscas ou artefatos utilizados em celebração, mas os investigadores não confirmaram um gatilho específico. A polícia não descartou todas as hipóteses.
Em nota, o governo suíço afirmou que o país seguirá com cinco dias de luto formal e que serão acompanhadas as investigações com transparência. Autoridades reforçam apoio às famílias das vítimas.
Nova era em Nova York
Zohran Mamdani tomou posse como prefeito de Nova York, prometendo governar de forma audaciosa e reformista. O democrata socialista de 34 anos destacou a necessidade de reinventar a cidade e afirmou que governará segundo seus princípios.
Mamdani destacou que foi eleito como socialista democrático e que não abandonará suas bases políticas. O discurso de inauguração enfatizou mudanças estruturais e um início de gestão marcado por metas ambiciosas.
Maduro e negociações com os EUA
Nicolás Maduro disse estar aberto a negociações com os EUA para combater o tráfico de droga. O presidente venezuelano não comentou sobre uma possível operação da CIA relatada por autoridades americanas.
Maduro afirmou em entrevista gravada que é hora de as nações dialogarem com dados em mãos. Ele reiterou a visão de que interesses externos tentam impor mudanças políticas na Venezuela, mas pediu tratativas sérias.
— Fatos adicionais sobre o tema indicam que a Casa Branca tem pressionado a Venezuela, enquanto Maduro nega ligações diretas com redes de tráfico. A pauta permanece em aberto entre ambas as partes.
Outros destaques do dia
O veículo noticioso também traz notas sobre cultura, política externa e artes. Não há conclusão, apenas informações verificadas disponíveis no momento.
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