- O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, general Daniel Caine, detalhou a operação que resultou na captura de Nicolás Maduro e de Cília Flores, com eles custodiados em navio da Marinha a caminho de Nova York.
- A ofensiva, deflagrada na noite de sexta-feira, contou com mais de 150 aeronaves, partindo de 20 bases militares no continente.
- A operação, denominada Operation Absolute Resolve, envolveu bombardeiros, caças, plataformas de inteligência e vigilância, além de aeronaves de asas rotativas, totalizando horas de voo.
- As agências de inteligência dos EUA teriam atuado por meses para localizar Maduro; a chegada das forças especiais ao complexo em Caracas ocorreu às 2h01, com a captura ocorrendo sem resistência declarada. Maduro e esposa teriam se entregado, segundo o relato, sob indícios de indiciamento pelo Departamento de Justiça.
- O secretário de Defesa dos EUA ressaltou o poderio militar e a prontidão da força na região; o presidente Trump afirmou que os EUA governariam a Venezuela por uma transição segura por algum tempo.
O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA informou que houve uma operação militar destinada a capturar Nicolás Maduro e a esposa, Cília Flores, na Venezuela. Segundo o general Daniel Caine, a missão teve planejamento de meses e foi concluída na noite de sexta-feira, com desfecho de detenção sob a custódia de autoridades norte-americanas em um navio da Marinha a caminho de Nova York.
O ataque foi deflagrado por 150 aeronaves que partiram de 20 bases no continente. O objetivo, segundo ele, exigiu alta precisão e integração entre as forças, com apoio de inteligência aérea e terrestre durante o desenrolar da operação. A ofensiva ocorreu na região central de Caracas, em um complexo onde Maduro estaria alojado, sem detalhar o local específico.
De acordo com o relato, houve resistência inicial das defesas, mas as forças avançaram com fogo em legítima defesa. Maduro e Flores teriam se entregue sem resistência formal, segundo o general. A aeronave atingida pela operação permaneceu operante, e todas as aeronaves retornaram em segurança, sem perdas americanas, afirmou.
A atuação foi descrita por autoridades americanas como uma intervenção decisiva, com o uso de capacidades de inteligência para traçar deslocamentos do então presidente venezuelano. O secretário de Defesa dos EUA apresentou o episódio como demonstração de poder, destacando o desempenho de coordenação, furtividade e letalidade da força conjunta.
Ainda durante a coletiva, Trump reforçou o tom de advertência a potenciais adversários, mencionando uma possível transição da Venezuela sob administração norte-americana por um período, para assegurar uma transição considerada segura. As informações indicaram que Maduro e Flores seriam indiciados pelo Departamento de Justiça, com apoio das Forças Armadas dos EUA, sem registro de vítimas entre militares norte-americanos.
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