- Lula condena o ataque dos EUA à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro, segundo nota da Presidência.
- O Brasil mantém posição de condenação ao uso da força e reforça alinhamento com multilateralismo; países como Rússia, Cuba e China adotaram postura semelhante, enquanto a Argentina apoiou e a União Europeia se posicionou de forma diferente.
- O presidente participa de gabinete de emergência por videoconferência no Rio de Janeiro; fronteiras entre o Brasil e a Venezuela, em Roraima, foram fechadas.
- Trump informou que atacou a Venezuela e que Maduro foi capturado, marcando entrevista coletiva às 13h na sua residência na Flórida.
- A nota oficial afirma que os bombardeios violam a soberania venezuelana e o direito internacional, e ressalta a defesa do diálogo e da cooperação, sugerindo resposta da comunidade internacional via Organização das Nações Unidas.
O governo brasileiro informou que, na madrugada de sábado, ocorreu ataque militar dos EUA à Venezuela, culminando na captura de Nicolás Maduro. A ação gerou reação internacional e passou a tramitar no gabinete de emergência brasileiro.
Lula, em reunião por videoconferência com autoridades no Rio de Janeiro, acompanhou as informações e avaliou o impacto regional. O governo não confirmou aumento de efetivo na fronteira com a Venezuela, em Roraima.
A Presidência divulgou nota oficial condenando a operação, afirmando que os bombardeios e a captura violam a soberania venezuelana e o direito internacional. O texto chama o uso da força de grave violação e defende o multilateralismo.
Resposta brasileira e desdobramentos
O Brasil mantém posição de condenação à agressão e se coloca à disposição para vias de diálogo e cooperação regional. Em consequência, foram discutidas medidas diplomáticas e cooperação com organizações internacionais.
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