- Lula disse que ataques dos EUA à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro ultrapassam uma linha inaceitável.
- O presidente afirmou que tais ações afrontam gravemente a soberania venezuelana e criam precedente perigoso para a comunidade internacional.
- Uma reunião ministerial no Itamaraty está marcada para começar às 10h para avaliar a situação e definir medidas.
- Especialistas sugerem que o interesse dos EUA pode ser o petróleo venezuelano; o governo americano afirma que Maduro será julgado por crimes.
- O Brasil mantém posição de condenação à força e busca diálogo, destacando a necessidade de resposta multilateral.
O presidente Lula afirmou neste sábado 3 que os ataques dos EUA à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro ultrapassam uma linha inaceitável. Ele enfatizou que tais ações afrontam a soberania venezuelana e criam precedente perigoso para a comunidade internacional.
Lula afirmou que o Brasil não reconhece as eleições de 2024 e lembrou que a intervenção representa retrocesso na estabilidade regional. O governo brasileiro reiterou repúdio à força e defesa do diálogo e da cooperação entre países.
Uma reunião ministerial está marcada para as 10h no Itamaraty para analisar a situação e definir medidas. O objetivo é avaliar impactos diplomáticos e possíveis declarações oficiais do Brasil.
Reunião no Itamaraty e perspectivas
Especialistas apontam que o principal interesse dos EUA pode ser o petróleo venezuelano, embora o governo americano sustente que Maduro será julgado por conspiração para narcoterrorismo e tráfico de drogas. O andado analítico não substitui informações oficiais.
As autoridades brasileiras destacam a necessidade de resposta multilateral, com observância do direito internacional. O Itamaraty deve confirmar medidas compatíveis com a soberania venezuelana e com a defesa da região como área de paz.
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