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Nada justifica conflitos acabarem em bombardeio, diz ministro da Saúde

Ministro Padilha afirma que guerra mata civis e destrói serviços de saúde; Brasil amplia investimentos no SUS em Roraima para mitigar impactos do conflito

Brasília (DF), 15/12/2025 – Ministro Alexandre Padilha participa do programa Bom dia, Ministro, na Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
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  • O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, criticou o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, dizendo que “nada justifica conflitos terminarem em bombardeio”.
  • Ele afirmou que guerra mata civis, destrói serviços de saúde e dificulta o cuidado às pessoas, com impactos para o Brasil e o sistema de saúde.
  • Padilha destacou que o Ministério da Saúde e o SUS de Roraima já absorviam impactos da crise venezuelana antes do ataque.
  • O ministro citou a suspensão de financiamentos norte‑americanos que apoiavam a Operação Acolhida e disse que o Brasil ampliou investimentos e profissionais via a Agência do SUS.
  • Ele informou que, desde o início das operações militares no entorno, preparou a Agência do SUS, a Força Nacional do SUS e equipes de Saúde Indígena para reduzir os impactos, encerrando com o desejo de paz.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, repudiou o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, afirmando que conflitos não justificam bombardear civis. Ele destacou que guerras matam pessoas e destroem serviços de saúde, dificultando cuidados básicos.

Padilha ressaltou que o país vizinho fica próximo à região de fronteira de Roraima, o que acarreta impactos diretos para o sistema de saúde brasileiro. O SUS na região já vinha absorvendo pressões anteriores ao ataque.

Segundo o ministro, o Ministério da Saúde ampliou investimentos e o quadro de profissionais na cidade de Boa Vista e em áreas indígenas, por meio da Agência do SUS, após a suspensão de financiamentos ligados à Operação Acolhida. Padilha afirmou ainda que o Brasil busca reduzir impactos do conflito na saúde.

Impactos para o SUS e região de fronteira

Desde o início das operações militares no entorno do país vizinho, a Agência do SUS, a Força Nacional do SUS e equipes de Saúde Indígena vêm atuando para manter atendimentos. O ministro reforçou o compromisso de cuidado à população em solo brasileiro enquanto houver necessidade.

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