Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Venezuelanos em choque se abrigam, incertos sobre o que vem pela frente

Caracas fica em silêncio, ruas vazias e checkpoints militares após a captura de Maduro, enquanto o país encara incerteza sobre liderança e segurança

Smoke rises from explosions in Caracas, Venezuela, January 3, 2026, in this screen grab obtained from video obtained by Reuters. Video Obtained by Reuters/via REUTERS
0:00
Carregando...
0:00
  • Forças de segurança venezuelanas patrulham Caracas ao amanhecer, horas após explosões que sinalizaram operação dos EUA que capturou o presidente Nicolás Maduro.
  • Explosões e fumaça foram vistas na cidade, com áreas próximas ao Palácio Miraflores desertas e infraestrutura com energia cortada na região sul.
  • Port of La Guaira e a base aérea Generalissimo Francisco de Miranda foram destinos de explosões, com o espaço aéreo do território aparentemente vazio pela manhã.
  • O ministro do Interior, Diosdado Cabello, apareceu na TV pedindo que a população não coopere com o “inimigo terrorista”.
  • A oposição afirmou não ter comentário oficial; moradores relatam mistura de medo e alegria e buscam mantimentos e informações rápidas.

Venezuela viveu uma madrugada de intensa atividade militar e política, com forças de segurança nas ruas de Caracas após ataques aéreos e a captura do presidente Nicolás Maduro por comando dos EUA. O episódio ocorreu na manhã de sábado, 3 de janeiro de 2026, em Buenosa capital venezuelana e áreas adjacentes.

Os ataques foram registrados perto do Palácio Miraflores, com bairros próximos vazios e pontos de controle montados por tropas. Fumaça podia ser vista ao norte, vindo do Porto da La Guaira, e de uma base aérea na região leste da cidade.

A população reagiu de formas diversas, com moradores buscando informações em smartphones e supermercados para garantir suprimentos caso haja prologação da crise. Em Maracaibo, trabalhadores relataram mistura de medo e expectativa ao lado de filas para compras.

Resposta oficial e desdobramentos

O ministro do Interior, Diosdado Cabello, apareceu em rede estadual com roupa de proteção e pediu aos cidadãos que não colaborem com o que chamou de inimigo terrorista. O episódio marca uma intervenção militar sem precedentes desde a década de 1980.

O movimento de oposição, liderado pela figura pública Maria Corina Machado, informou por meio de X que não emitiria comentários oficiais sobre o ocorrido. Não houve confirmação independente sobre a captura de Maduro de forma imediata.

Relatos de testemunhas indicam que o ataque começou por volta de 2 da manhã, horário local (06:00 GMT), com explosões, aeronaves e fumaça negra sobre Caracas. Vídeos verificados por agências mostraram explosões no sul da cidade e fogo no Porto da La Guaira.

Dados de rastreamento de voos indicaram o espaço aéreo venezuelano ainda vazio na manhã de sábado, enquanto moradores relatavam ouvir aeronaves a diferentes altitudes. As informações oficiais seguem em atualização.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais