- Explosões e aviões marcaram o início do ataque dos EUA na Venezuela, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro, segundo autoridades.
- Caracas ficou quase vazia ao amanhecer, com ruas próximo ao Palácio de Miraflores desertas e presença de controladores armados em pontos estratégicos.
- Fumaça cobriu áreas ao norte, incluindo perto do Porto de La Guaira, e uma base aérea na capital ficou sem energia em parte da região sul.
- Logo após a captura, o ministro do Interior venezuelano, Diosdado Cabello, pediu à população que não coopere com o que chamou de inimigo terrorista.
- A oposição não divulgou comentários oficiais; moradores disseram estar em expectativa do que virá a seguir, com muitos buscando mantimentos e informações.
O que aconteceu, quem envolvido, quando e onde: de madrugada de sábado, na Venezuela, forças de segurança cercaram Caracas após supostos ataques aéreos e a prisão do presidente Nicolás Maduro, em um episódio que, segundo relatos, contou com bombardeios realizados por EUA.
As ações deixaram Caracas com ruas quase vazias, especialmente nas proximidades do palácio Miraflores. Apenas postos de controle com homens armados permaneciam ativos, enquanto a cidade testemunhava cenas de fumaça no céu vindas do Porto de La Guaira e de uma base aérea na capital.
Reações da população e contexto local: moradores passaram a buscar informações em celulares e se abasteceram de mantimentos, temendo o que viria pela frente. A expectativa entre parte da oposição, liderada por María Corina Machado, era de que mudanças ocorreriam após o ocorrido.
Repercussões políticas e operacionais
A informação de que Maduro foi capturado foi anunciada pelo Ministério da Informação brasileiro, citando confirmação do presidente americano. A notícia é um marco de tensão internacional, ainda sem concordância oficial sobre o que acontece a seguir.
O ministro do Interior venezuelano, Diosdado Cabello, apareceu na TV estatal em via pública, com capacete e colete à prova de balas, pedindo que a população não coopere com o que chamou de “inimigo terrorista”. O conteúdo oficial não detalha medidas futuras.
O ataque noturno, iniciado por volta das 2h, durou cerca de 90 minutos. Testemunhas relataram explosões, aeronaves e fumaça preta sobre Caracas, com falhas de energia em áreas próximas a uma base militar sul da cidade.
Moradores relataram a incerteza sobre o que viria a seguir. Em Valencia, uma residente de 74 anos descreveu surpresas ao ver notícias pela televisão e nas redes, sem confirmação oficial sobre o desfecho.
Outra moradora, de 50 anos, afirmou ouvir aviões em diferentes alturas e observar luzes no céu, sem ter acesso a informações oficiais confiáveis sobre a situação, além do que a televisão estatal transmitia.
Entre na conversa da comunidade