- O ataque ocorreu no mercado Kasuwan Daji, em Demo, no Estado do Níger, Nigéria, deixando mais de 30 mortos e vários sequestrados.
- Testemunhas relatam que homens armados chegaram em motos, atiraram, queimaram barracas e saquearam gêneros alimentícios.
- A violência faz parte de uma série de ataques na região desde sexta-feira, com agressões em vilarejos próximos de Agwarra e Borgu.
- Autoridades afirmaram que não houve resposta imediata das forças de segurança e que estão em andamento esforços de resgate.
- O episódio ocorre semanas depois de um seqüestro de mais de trezentas pessoas em uma escola católica na região central, cuja libertação ocorreu quase um mês depois.
Pelo menos 30 pessoas morreram e várias outras foram sequestradas quando homens armados atacaram o mercado Kasuwan Daji, no vilarejo de Demo, no Estado do Níger, Nigéria. O ataque ocorreu por volta das 16h30 de sábado (3).
Segundo a polícia, os agressores invadiram o mercado, incendiaram barracas e saquearam gêneros alimentícios. Testemunhas relataram que os envolvidos chegaram em motos e atiraram de forma indiscriminada.
A polícia informou que há vítimas em cativeiro e que esforços de resgate estão em andamento. Não houve, até o momento, confirmação oficial sobre o número total de sequestrados ou sobre a identificação dos suspeitos.
> A violência ocorre em meio a uma sequência de ataques nos vilarejos próximos de Agwarra e Borgu, iniciada na sexta-feira (2). Não houve resposta imediata das forças de segurança, segundo moradores.
Contexto regional
Um morador disse que os ataques atingiram Kasuwan Daji e também as comunidades vizinhas de Chukama e Shanga, elevando estimativas de mortes para até 40. O contexto regional registra crescimento do banditismo no noroeste e centro do país.
Outra nota divulgada aponta que, semanas antes, mais de 300 crianças e funcionários de uma escola católica foram capturados; as vítimas foram libertadas após quase um mês em cativeiro. As autoridades continuam monitorando a situação.
Todas as informações sobre o ataque permanecem em apuração pelas autoridades competentes. Não houve divulgação de detalhes sobre responsáveis nem sobre motivações.
Entre na conversa da comunidade