- Trump chamou Gustavo Petro de líder narcotraficante sem provas e sugeriu uma ação militar na Colômbia, semelhante à da Venezuela.
- A chancelaria colombiana classificou as declarações como ingerência inaceitável, agravando o atrito entre os dois países.
- Petro rejeitou as acusações, negou envolvimento com narcotráfico e criticou a postura norte‑americana.
- Desde o início do segundo mandato de Petro, em janeiro de 2025, há confronto entre EUA e Colômbia sobre tarifas e migração.
- Ambos os países são aliados estratégicos, mas o momento atual evidencia o pior nível de tensão bilateral.
O presidente colombiano Gustavo Petro rejeitou, neste fim de semana, as acusações feitas por Donald Trump, que chamou Petro de líder narcotraficante sem apresentar provas. As declarações também incluíram a sugestão de uma ação militar na Colômbia, semelhantes às ocorridas na Venezuela.
Trump afirmou as acusações durante pronunciamento público, ampliando tensões entre os dois países. A fala ocorreu em meio a um ciclo de desentendimentos entre os governos, sem detalhar evidências para sustentar as denúncias.
A Chancelaria colombiana classificou as declarações como ingerência inaceitável, ampliando o atrito bilateral. Em nota, o ministério destacou a violação de normas diplomáticas e pediu respeito às relações bilaterais.
Desde o início de seu segundo mandato, em janeiro de 2025, Petro e Trump têm se enfrentado em temas como política tarifária e migração. A relação entre Colômbia e Estados Unidos é descrita como a pior em anos.
Petro negou qualquer envolvimento com narcotráfico e criticou a postura de Washington. A defesa colombiana reiterou compromisso com a cooperação regional e com o combate ao tráfico de drogas, por vias legais.
Colômbia e Estados Unidos são aliados militares e econômicos de grande importância regional, e o episódio ressalta o atual momento de tensão na relação. Não houve anúncio de medidas específicas até o momento.
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