- O Brasil vai condenar o ataque dos Estados Unidos em reuniões da Organização das Nações Unidas e da Celac, segundo o governo.
- A vice-presidente Delcy Rodríguez é reconhecida como presidente interina da Venezuela após a captura de Nicolás Maduro.
- Uma reunião da Celac está sendo organizada e pode ocorrer ainda neste domingo; o Brasil também afirmou que levará a condenação à ONU.
- Líderes da oposição brasileira elogiaram a ação, enquanto o governo Lula enfatizou a defesa do direito internacional e da soberania.
- Há relatos sobre possível traição ou negociação que teriam contribuído para a captura de Maduro pela operação norte-americana.
O Brasil planeja condenar o ataque dos Estados Unidos à Venezuela em reuniões das Nações Unidas e do Conselho de Segurança. O governo brasileiro reconhece a vice-presidente Delcy Rodríguez como interina, enquanto se organiza uma reunião da Celac para tratar do tema.
Em Caracas, Nicolás Maduro foi deposto segundo relatos recentes, com a liderança interina assumida pela vice-presidente. A operação é alvo de avaliações sobre implicações políticas regionais e o equilíbrio de poder na região.
O Brasil informou que vai exigir respeito ao direito internacional e à soberania de países, posição já defendida em conversas com integrantes do Itamaraty. A reunião do Conselho de Segurança está marcada para a segunda-feira.
Reações e desdobramentos
Líderes da oposição brasileira elogiaram rapidamente a ação, abrindo espaço para avaliações políticas internas. Analistas destacam que a situação pode influenciar eleições regionais previstas para 2026 e impactos sobre relações com Cuba e Nicarágua.
Relatos sobre possíveis negociações envolvendo membros da cúpula venezuelana, que teriam contribuído para a captura, permanecem sem confirmação. Especialistas apontam que a conjuntura exige apurações formais e fontes verificáveis antes de conclusões.
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