- Protestos em cidades ao redor do mundo criticam a intervenção militar dos EUA na Venezuela, que resultou na retirada de Nicolás Maduro do poder.
- Em Madri, Espanha, manifestantes se reuniram em frente à Embaixada dos Estados Unidos, incluindo o líder da oposição Edmundo González, com venezuelanos presentes.
- Em Havana, Cuba, dezenas de milhares protestaram contra a ação, e o governo cubano condenou a intervenção.
- Na Colômbia, Bogotá teve multidões nas ruas rejeitando a operação, com palavras de Martha Elene Huertas à Reuters.
- Além da América Latina, houve protestos na Índia, em Nova Déli, e na Turquia, em Ancara e Istambul, contra o que os manifestantes chamam de imperialismo americano.
O protesto global acompanha a operação dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na retirada do ditador Nicolás Maduro do poder. Manifestantes em várias cidades criticam a intervenção e afirmam que ela viola soberania venezuelana.
Em Madrid, na Espanha, milhares se reuniram em frente à Embaixada dos EUA. A comunidade venezuelana local participa ativamente do movimento, incluindo líderes da oposição.
Na cidade cubana de Havana, dezenas de milhares foram às ruas para contestar a ação americana, que o governo cubano classifica como uma agressão a um aliado histórico.
Em Bogotá, Colômbia, multidões protestaram no sábado, com falas contra o que chamam de invasão criminosa e colonialista. Diversos moradores participaram.
Na Ásia, em Nova Déli, Índia, apoiadores de partidos de esquerda se reuniram para demonstrar solidariedade à Venezuela durante o fim de semana.
Na Turquia, as cidades de Ancara e Istambul registraram manifestações com faixas que denunciam o imperialismo e pedem a retirada dos EUA da Venezuela.
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