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UE diz restauração da democracia na Venezuela deve respeitar a vontade do povo

UE afirma respeito às leis internacionais e à vontade do povo venezuelano; Maduro detido em Nova York terá audiência na segunda-feira; Hungria não assinou o comunicado

People hold photographs of Venezuela's late President Hugo Chavez and President Nicolas Maduro outside Vice-presidency building, after U.S. President Donald Trump said the U.S. has struck Venezuela and captured its President Nicolas Maduro, in Caracas, Venezuela, January 3, 2026. REUTERS/Gaby Oraa
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  • A União Europeia afirmou que os princípios do direito internacional devem ser respeitados na Venezuela e que a vontade do povo deve ditar a transição democrática, com 26 dos 27 membros assinando o comunicado; a Hungria não assinou.
  • Nos Estados Unidos, Maduro foi deposto em operação noturna e está detido em Nova York, com audiência no tribunal marcada para segunda-feira por acusações de narcoterrorismo; o caso já havia sido registrado, inclusive em 2020.
  • O texto da UE destaca a responsabilidade do Conselho de Segurança das Nações Unidas em manter o direito internacional e a integridade soberana.
  • A União Europeia pediu contenção de todas as partes e uma solução pacífica, ressaltando a necessidade de enfrentar crime organizado e tráfico de drogas por cooperação internacional.
  • A UE mantém contato próximo com os Estados Unidos e outros parceiros; o governo húngaro não comentou a ausência de assinatura.

Os EUA depuseram Nicolás Maduro em uma operação noturna, com o dirigente detido em Nova York. Maduro aguarda audiência no tribunal de segunda-feira, acusado de narcoterrorismo e outras acusações ligadas a drogas.

A União Europeia reafirmou que o direito internacional deve ser respeitado e que a vontade do povo venezuelano precisa guiar qualquer transição. O bloco publicou um pronunciamento com o apoio de 26 dos 27 Estados-membros; a Hungria não assinou.

O texto destacou a necessidade de contenção de conflitos e cooperação para enfrentar crime organizado e tráfico de drogas, mediante respeito ao direito internacional e à soberania venezuelana. Maduro nega as acusações.

Histórico: a UE já havia dito que Maduro não possuía legitimidade democrática e defendia uma transição democrática conforme a vontade popular. O governo dos EUA tem pressionado por mudanças políticas na Venezuela, com apoio parcial da UE.

A UE mantém contato próximo com os EUA e outras nações parceiras, sem divulgar detalhes adicionais sobre a operação ou o andamento do caso. A Hungria não comentou a razão de não ter assinado o comunicado.

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