- Nos primeiros dias de 2026, os EUA sinalizam intervenção em várias nações sob a chamada “Donroe Doctrine”, inspirada na Doutrina Monroe de 1823.
- Maduro foi apresentado à Justiça em Nova York após ter sido capturado pelos EUA, com a administração pretendendo controlar reservas de petróleo venezuelanas.
- Trump ameaçou ação militar contra a Colômbia e sugeriu que o regime de Cuba pode cair em breve, além de considerar intervenção no Irã.
- Sobre México, o governo americano disse que precisa agir para enfrentar traficantes de drogas que supostamente operam fronteira adentro.
- Em Greenland, há interesse estratégico dos EUA, mesmo com a oposição de Dinamarca; autoridades alertam que ataques a outros aliados da Otan podem interromper relações.
O governo dos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, sinaliza uma mudança drástica na política externa ao iniciar 2026 com propostas de intervenção em países da América Latina e além. A apresentaçao de ações contra Maduro na Venezuela, possíveis operações contra Colômbia e anúncios sobre Cuba, Irã e México marcam o abandono do lema anterior de não guerras. Especialistas veem a mudança como uma guinada estratégica com foco em recursos naturais.
Nicolás Maduro enfrenta nova etapa após sua captura por tropas americanas, com o ex-presidente buscando defesa no tribunal de Nova York e mantendo reclamações de legitimidade do governo venezuelano. O governo americano aponta haver controle de reservas de petróleo como parte de seus objetivos, enquanto a comunidade internacional teme violação do direito internacional.
A Casa Branca não detalha como seriam as ações, mas sinaliza intenção de influenciar regimes e governanças na região. Paralelamente, o governo mexicano recebeu críticas de autoridades locais, que rejeitam qualquer intervenção externa. Em outras frentes, ocorrem menções a Cuba, Colômbia e Irã, com figuras oficiais deixando em aberto cenários de ação.
Donroe Doctrine
A ofensiva temática recebe o nome Donroe Doctrine, em alusão à Doutrina Monroe, com foco em países ricos em recursos. O uso de retórica agressiva elevou a tensão regional, segundo analistas, que destacam dúvidas sobre a legalidade de eventuais operações. Organizações internacionais pedem prudência e observância do direito internacional.
Venezuela, Colômbia e Cuba aparecem entre os alvos mais citados. Em Venezuela, há relatos de debates sobre a continuidade da atuação americana. Em Colômbia, o presidente Gustavo Petro afirmou que qualquer ataque inviabilizaria dois séculos de relações diplomáticas. Em Cuba, autoridades locais avaliam impactos de uma possível intervenção, destacando a soberania nacional.
Iran e México aparecem como menções estratégicas, com intervenções hipotéticas sendo discutidas em diferentes cenários. Autoridades iranianas reagiram a potenciais ataques com alertas de retaliação. No México, o governo reiterou a inaplicabilidade de ingerência nas decisões internas de outros países.
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