- China e Rússia condenaram o ataque militar dos Estados Unidos na Venezuela e pediram a libertação imediata de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU.
- Maduro e Flores foram removidos do território venezuelano por militares americanos e levaram a Nova York, onde enfrentarão audiência de custódia e responderão a acusações nos EUA.
- O embaixador chinês na ONU, Fu Cong, disse que os EUA violaram soberania venezuelana e não respeitaram a não interferência em assuntos internos.
- O embaixador russo, Vasily Nebenzya, afirmou que o sequestro de Maduro é um retrocesso e pediu a libertação imediata, afirmando apoio ao governo bolivariano.
- Segundo as autoridades norte‑americanos, Maduro responderá a acusações ligadas ao tráfico internacional de drogas; o casal está detido no Brooklyn, em Nova York.
Em meio a tensões diplomáticas, militares dos EUA retiraram à força Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores, da Venezuela. O casal foi levado para Nova York, onde enfrentam audiência de custódia e possíveis acusações nos EUA. O governo venezuelano acusa agressão e violação de soberania.
A ação, ocorrida neste sábado, ocorreu durante um ataque militar na Venezuela. Segundo fontes oficiais, houve mortes entre as forças de segurança venezuelanas e cubanas, além de explosões em Caracas. Maduro foi transferido para cumprir medidas no território norte-americano.
Em resposta, representantes da China e da Rússia convocaram uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU nesta segunda-feira para exigir a libertação imediata do casal e alertar para sanções e uso de força contra a Venezuela. Ambos defenderam soberania venezuelana e não intervenção.
Reações no Conselho de Segurança
O embaixador chinês na ONU, Fu Cong, criticou o que chamou de atos ilegais e de bullying por parte dos EUA, afirmando que a comunidade internacional teme violações à soberania venezuelana e à proibição do uso da força. Ele afirmou ainda que a ONU deve zelar pela não intervenção.
O embaixador russo, Vasily Nebenzya, declarou que o início do ano mostrou desrespeito ao direito internacional e à soberania. Nebenzya pediu a libertação imediata de Maduro e enfatizou o apoio russo ao governo venezuelano frente à agressão externa.
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