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China e Rússia pedem à ONU libertação imediata de Maduro

China e Rússia pedem, na ONU, libertação imediata de Maduro e de Cilia Flores; o casal é levado para audiência de custódia em Nova York

Captured Venezuelan President Nicolas Maduro arrives at the Downtown Manhattan Heliport, as he heads towards the Daniel Patrick Manhattan United States Courthouse for an initial appearance to face U.S. federal charges including narco-terrorism, conspiracy, drug trafficking, money laundering and others in New York City, U.S., January 5, 2026. REUTERS/Eduardo Munoz
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  • China e Rússia condenaram o ataque militar dos Estados Unidos na Venezuela e pediram a libertação imediata de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU.
  • Maduro e Flores foram removidos do território venezuelano por militares americanos e levaram a Nova York, onde enfrentarão audiência de custódia e responderão a acusações nos EUA.
  • O embaixador chinês na ONU, Fu Cong, disse que os EUA violaram soberania venezuelana e não respeitaram a não interferência em assuntos internos.
  • O embaixador russo, Vasily Nebenzya, afirmou que o sequestro de Maduro é um retrocesso e pediu a libertação imediata, afirmando apoio ao governo bolivariano.
  • Segundo as autoridades norte‑americanos, Maduro responderá a acusações ligadas ao tráfico internacional de drogas; o casal está detido no Brooklyn, em Nova York.

Em meio a tensões diplomáticas, militares dos EUA retiraram à força Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores, da Venezuela. O casal foi levado para Nova York, onde enfrentam audiência de custódia e possíveis acusações nos EUA. O governo venezuelano acusa agressão e violação de soberania.

A ação, ocorrida neste sábado, ocorreu durante um ataque militar na Venezuela. Segundo fontes oficiais, houve mortes entre as forças de segurança venezuelanas e cubanas, além de explosões em Caracas. Maduro foi transferido para cumprir medidas no território norte-americano.

Em resposta, representantes da China e da Rússia convocaram uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU nesta segunda-feira para exigir a libertação imediata do casal e alertar para sanções e uso de força contra a Venezuela. Ambos defenderam soberania venezuelana e não intervenção.

Reações no Conselho de Segurança

O embaixador chinês na ONU, Fu Cong, criticou o que chamou de atos ilegais e de bullying por parte dos EUA, afirmando que a comunidade internacional teme violações à soberania venezuelana e à proibição do uso da força. Ele afirmou ainda que a ONU deve zelar pela não intervenção.

O embaixador russo, Vasily Nebenzya, declarou que o início do ano mostrou desrespeito ao direito internacional e à soberania. Nebenzya pediu a libertação imediata de Maduro e enfatizou o apoio russo ao governo venezuelano frente à agressão externa.

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