- Um petroleiro monitorado pelos EUA fica a cerca de 250 milhas da costa da Irlanda, em meio ao bloqueio naval ao petróleo venezuelano.
- Navios sob sanções venezuelanas teriam desligado sinais de transmissão para evitar rastreamento; pelo menos quatro teriam saído das águas venezuelanas por rota ao norte de Isla Margarita.
- O navio em vigilância mudou de nome de Bella 1 para Marinera e de registro de Guiana para Rússia, tendo começado a viagem no Irã com destino provável à Venezuela/ Rússia.
- Forças navais dos Estados Unidos não estão em perseguição direta, mas aeronaves P-8 Poseidon patrulham as áreas próximas à Marinera.
- Washington anunciou uma quarentena sobre o petróleo venezuelano para pressionar o governo de Nicolás Maduro, buscando cortar receitas e impedir o uso da carga por adversários.
Um navio-tanque sob vigilância militar dos EUA opera a cerca de 250 milhas da costa da Irlanda, enquanto uma dezena de embarcações com petróleo venezuelano tenta contornar o bloqueio naval. A operação faz parte de uma ofensiva para impedir o fluxo de petróleo venezuelano para mercados internacionais.
Segundo dados de monitoramento, as embarcações sancionadas desligaram sinais de transmissão que permitem rastreio após zarpar da Venezuela. Satellite imagery mostrou ao menos quatro tanques que viajaram para fora das águas venezuelanas pela rota ao norte de Isla Margarita.
O navio monitorado, originalmente chamado Bella 1, mudou o nome para Marinera e o registro de Guyana passou a ser russo. A rota indicada aponta para a Rússia, com as forças americanas não perseguindo o navio, mas aeronaves P-8 Poseidon patrulham a área.
Contexto: o governo dos EUA descreve a medida como quarentena ao petróleo venezuelano para pressionar o regime de Nicolás Maduro. O bloqueio foi anunciado por Donald Trump em 16 de dezembro, com exceção de petróleo negociado pela Chevron.
Informações adicionais indicam tentativas de evasão por parte de ao menos 16 petroleiros nos últimos dois dias, incluindo uso de nomes falsos e spoofing de posição. Em Veneza, quatro navios teriam saído do porto sem autorização da liderança interina.
A PDVSA, estatal venezuelana, teria internalmente relatado desvios e contatos que sugerem desobediência a autoridades. Subsequentemente, outros dois grupos de navios teriam deixado a Venezuela vazios após entregas internas.
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