- Antes do ataque, o Ministério da Saúde monitorava a fronteira com a Venezuela e o SUS estava pronto para ampliar equipes, estrutura e insumos conforme o agravamento da crise, mantendo o fluxo migratório estável.
- Após o ataque, o Ministério enviou a Força Nacional do SUS para avaliar estruturas de saúde, profissionais, vacinas e insumos em Roraima e estruturar um plano de contingência.
- O governo avalia a possibilidade de montar hospitais de campanha ou ampliar estruturas existentes, se necessário, e mantém cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde e a Organização Mundial da Saúde.
- A Operação Acolhida, integralmente gerida pelo Ministério da Saúde desde 2025, mantém equipes nos abrigos de Pacaraima e Boa Vista, com investimentos perto de R$ 900 mil até dezembro.
- De setembro a novembro de 2025, houve mais de cinco mil atendimentos; desde 2024, foram aplicadas cerca de cinqüenta mil doses de vacina pela operação.
O Ministério da Saúde acionou a Força Nacional do SUS para monitorar o cenário sanitário na fronteira com a Venezuela, em resposta ao ataque ocorrido no sábado. A equipe avalia estruturas, profissionais, vacinas e insumos em Roraima, buscando estruturar plano de contingência.
Antes do episódio, o SUS já mantinha vigilância constante na região e estava pronto para ampliar equipes, estrutura e insumos conforme agravamento da crise venezuelana. A pasta também mantinha fluxo migratório estável até o momento.
Ações e cooperação
Após o ataque, o MS estruturou uma resposta com apoio da OPAS/OMS e avaliação de ampliação da capacidade, inclusive de hospitais de campanha, se necessário. A cooperação visa reduzir impactos no sistema público brasileiro.
Monitoramento e contingência
Equipes da AgSUS, FNSUS e Saúde Indígena foram mobilizadas para reforçar vigilância, apoio a imunização e distribuição de insumos. O objetivo é manter atendimento adequado aos migrantes na fronteira, independentemente do status migratório.
Operação Acolhida e Saúde nas Fronteiras
Desde 2025, a Operação Acolhida é coordenada pelo Ministério da Saúde, com o Projeto Saúde nas Fronteiras em parceria com a AgSUS. Em 2025, 40 profissionais permanentes atuam nos abrigos em Pacaraima e Boa Vista, com investimento de cerca de 900 mil até dezembro.
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