- Trump recuou parcialmente de sua promessa de que os EUA “governaríam” a Venezuela após a captura de Nicolás Maduro, dizendo que Delcy Rodríguez deve atender às exigências ou enfrentar nova intervenção militar.
- Rodríguez, de 56 anos, parece alinhada à linha norte-americana, com uma força de quinze mil no Caribe em prontidão.
- O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou ter conversado com Rodríguez, que teria dito que “faremos o que for necessário”.
- Os EUA mantêm a possibilidade de nova intervenção caso as demandas não sejam atendidas, mantendo a força no Caribe.
- Internamente, democratas criticam a ação militar sem aprovação do Congresso; ocorreram protestos em várias cidades dos Estados Unidos.
Trump reagiu às afirmações iniciais de que os EUA poderiam “governar” a Venezuela após a captura do presidente Nicolás Maduro, recuando parcialmente e exigindo cooperação de Delcy Rodríguez, presidente interina venezuelana, para evitar nova intervenção militar.
Segundo relatos, Rodríguez parece alinhar-se com a linha dos EUA. Em conversa com o secretário de Estado, Marco Rubio, Rodríguez teria dito que fará o necessário, enquanto Trump indicou que a líder não tem escolha. O governo americano mantem uma força de 15 mil homens no Caribe.
Contexto estratégico
A possibilidade de controle direto dos EUA sobre a Venezuela diminuiu após a captura de Maduro, mas Washington manteria a força na região e poderia agir novamente caso Rodrígez não aceitasse as demandas dos EUA. O cenário permanece tenso e sujeito a mudanças.
Repercussões políticas e públicas
Líderes democratas criticaram a intervenção militar, classificando-a como ilegal e sem aprovação do Congresso. Em várias cidades americanas houve protestos contra a ação, enquanto parte da diáspora venezuelana celebrou a retirada de Maduro.
Contexto venezuelano e atuação internacional
De acordo com autoridades norte-americanas, Delcy Rodríguez seria a principal interlocutora para eventuais acordos. A situação envolve pressão diplomática, questões de soberania e o papel dos EUA na região, com possíveis desdobramentos militares se não houver cooperação.
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