- A Suíça congelou, com efeito imediato e por quatro anos, ativos mantidos no país por Nicolás Maduro e associados, após a prisão dele por forças dos EUA em Caracas e transferência para os Estados Unidos.
- O congelamento envolve 37 pessoas e não detalha o valor dos ativos.
- A medida é precaucional, busca evitar saída de ativos potencialmente ilícitos e se soma às sanções contra a Venezuela, em vigor desde 2018.
- Os ativos não afetam membros do atual governo venezuelano; qualquer recurso ilícito identificado deverá ser devolvido para benefício do povo venezuelano.
- O governo suíço afirmou acompanhar a situação de perto, pedindo desescalada, e oferecendo mediação para uma solução pacífica.
Switzerland congelou ativos mantidos no país por o presidente venezuelano Nicolás Maduro e associates, informou o governo nesta segunda-feira. A medida ocorre após a prisão de Maduro pelas forças norte-americanas em Caracas e sua transferência aos EUA.
Segundo uma porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, a ordem atinge 37 pessoas. O ministério não forneceu o valor total dos ativos congelados. A ação entra em vigor imediatamente e vale por quatro anos.
O congelamento de ativos é uma medida preventiva para evitar o repasse de bens potencialmente ilícitos e se soma às sanções aplicadas à Venezuela desde 2018, segundo o governo suíço. Não afeta os integrantes do atual governo venezuelano.
O governo suíço informou ainda que, caso haja recursos ilícitos, serão devolvidos para beneficiar o povo venezuelano. A situação na Venezuela foi descrita como volátil, com desfechos possíveis nos próximos dias e semanas.
A Suíça destacou que acompanha o desenvolvimento de perto e reiterou o apelo por desescalada e contenção. O objetivo é impedir que ativos ilícitos saiam do território suíço enquanto a situação se desenvolve.
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