- Em 2025, o tráfego de passageiros do Aeroporto Ben Gurion, perto de Tel Aviv, subiu trinta e três por cento, segundo a Autoridade de Aeroportos de Israel.
- Em dezembro, o fluxo de passageiros avançou cinquenta e nove por cento.
- No conjunto de 2025, o aeroporto recebeu dezoito milhões e quinhentos mil viajantes, frente a treze milhões e noventa mil em 2024.
- A transportadora de bandeira El Al aumentou cinco por cento, totalizando seis milhões e novecentos mil passageiros, mas viu a participação de mercado cair de quarenta e oito para trinta e sete por cento.
- Entre as estrangeiras, a Wizz Air foi a maior, com 1,23 milhão de passageiros e sete por cento de participação; Israir deteve onze por cento e Arkia nove por cento.
O tráfego de passageiros no Aeroporto Internacional Ben Gurion, próximo a Tel Aviv, subiu 33% em 2025, segundo a Autoridade de Aeroportos de Israel. O crescimento reflete o retorno de companhias estrangeiras após o conflito de Gaza.
Em dezembro, o movimento de passageiros teve alta de 59%. O total do ano fechou em 18,5 milhões, ante 13,9 milhões em 2024. Em 2023, o aeroporto registrou 21,8 milhões de passageiros, quando o conflito explodiu.
A El Al, transportadora nacional, registrou ganho anual de 5% (6,9 milhões de passageiros) e passou a deter 37% de market share, frente 48% no ano anterior.
Companhias menores passaram a ampliar participação: Israir ficou com 11% e Arkia com 9%, atrás da El Al. O peso de cada uma variou conforme a retomada de voos.
A Wizz Air foi a maior companhia estrangeira em Israel, com 1,23 milhão de passageiros, o que representa o dobro de 2024 e 7% do market share. A empresa busca estabelecer um hub no país.
Além disso, Aegean, flydubai, Etihad, Lufthansa e United também registraram ganhos expressivos no número de passageiros.
Separadamente, a Pesquisa de Estatísticas de Israel apontou um aumento de 38% no turismo em 2025, com 1,34 milhão de visitantes. O turismo externo de israelenses cresceu 33%, para 9,42 milhões.
O conflito entre Israel e Gaza começou em outubro de 2023. O cessar-fogo, mediado pelos EUA, freou os combates, mas não encerrou totalmente as hostilidades.
Segundo fontes, mais de 400 palestinos morreram desde o acordo, a maior parte civis, conforme autoridades de saúde de Gaza. Militares palestinos e israelenses também registraram perdas.
Entre na conversa da comunidade