- Países aliados discutiram garantias de segurança ao estilo da Otan para a Ucrânia, em Paris, com foco em reforçar capacidades militares e monitoramento de um possível cessar-fogo.
- A Itália informou que as discussões mostraram alinhamento entre Ucrânia, Estados Unidos, Europa e demais parceiros sobre medidas para obter paz duradoura e justa.
- O modelo proposto baseia-se na ideia de Artigo Cinco da Otan, incorporado a um pacote de acordos coordenado com Washington.
- O texto adotado enfatiza a participação voluntária de países em uma força multinacional futura, sujeita aos trâmites constitucionais nacionais.
- A Itália reiterou que não enviará tropas italianas para solo ucraniano durante o cessar-fogo.
Ações para garantias de segurança no estilo da OTAN estão em curso, segundo a Itália. Reuniões em Paris buscaram consolidar contribuições para um conjunto de garantias futuras, com o objetivo de tranquilizar Kyiv diante de um possível cessar-fogo com a Rússia, que lançou a invasão em 2022.
Segundo o governo italiano, o encontro reforçou o alinhamento entre Ucrânia, Estados Unidos, Europa e demais parceiros sobre medidas para uma paz estável e justa. O foco foi aperfeiçoar compromissos de segurança inspirados no Artigo 5 da OTAN, integrados a um pacote amplo de acordos com Washington.
A Itália destacou que a declaração de Paris aponta para a natureza voluntária da participação de países em uma futura força multinacional e a necessidade de seguir trâmites constitucionais nacionais antes de qualquer apoio em caso de nova agressão. O objetivo é monitorar o cessar-fogo e fortalecer capacidades militares.
Giorgia Meloni, primeira-ministra italiana, reiterou que nenhum militar italiano será deslocado para território ucraniano. As conversas buscavam um mecanismo robusto de monitoramento e garantia de soberania, sem comprometer mandatos nacionais ou precedentes legais.
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