- Autoridades suíças admitiram que não houve inspeções periódicas de segurança no bar Le Constellation entre 2020 e 2025.
- O incêndio no bar deixou 40 mortos e 116 feridos, com 83 pessoas ainda hospitalizadas; a idade média das vítimas é de 19 anos.
- Os donos do bar, Jacques e Jessica Moretti, disseram estar devastados e confirmaram total colaboração com a investigação, que os investiga por homicídio culposo, lesão corporal culposa e incêndio culposo.
- A Prefeitura de Crans-Montana informou que, em 2025, houve mais de 1.400 inspeções de incêndio no município, mas o estabelecimento não foi submetido às inspeções periódicas entre 2020 e 2025.
- O município vai contratar uma agência externa para realizar inspeções em todos os estabelecimentos públicos e proibiu o uso de artefatos pirotécnicos em ambientes internos.
O incêndio no bar Le Constellation, em Crans-Montana, Valais, deixou 40 mortos e ainda feriu 116 pessoas, com 83 hospitalizadas. A tragédia ocorreu na noite anterior aos sinais de coleta de dados disponíveis.
Autoridades suíças confirmaram que, nos últimos cinco anos, não houve inspeções periódicas de segurança no estabelecimento. O atraso foi reconhecido publicamente pelo prefeito Nicolas Féraud, em coletiva de imprensa.
Os donos do bar, Jacques e Jessica Moretti, foram identificados como investigados por homicídio culposo, lesão corporal culposa e incêndio culposo. Eles afirmaram estar devastados e colaborando com a investigação.
A Prefeitura informou ter revisado documentos enviados à Procuradoria do Cantão de Valais, que descrevem procedimentos administrativos sobre a conformidade do local. Entretanto, admite falha na fiscalização entre 2020 e 2025.
Mais ações foram anunciadas: uma agência externa fará inspeções em todos os estabelecimentos públicos. Também será proibido o uso de artefatos pirotécnicos em ambientes internos, como medida de prevenção.
O município disse que continuará envidando esforços para evitar tragédias semelhantes, com foco na segurança de públicos e localizações com alto fluxo de pessoas.
A polícia de Valais confirmou a identificação das vítimas, mantendo 83 feridas hospitalizadas. A idade média entre os mortos é de 19 anos, o que ressalta o impacto demográfico da tragédia.
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