- Os Estados Unidos e nações europeias avançaram em garantias de segurança legalmente vinculativas para a Ucrânia, com o objetivo de dissuadir ataques e, em caso de agressão, defender o país até um possível acordo de paz.
- Steve Witkoff, enviado especial dos EUA, afirmou que os protocolos de segurança são fortes, visam dissuasão e defesa, e que o processo está próximo de ser concluído.
- Witkoff também disse que o acordo de prosperidade deve ser o mais robusto já visto em conflitos, chegando perto de ser finalizado.
- Jared Kushner, conselheiro próximo ao ex-presidente, declarou que hoje foi um marco importante, que não garante a paz, mas facilita um acordo seguro com garantias de dissuasão robustas para a Ucrânia.
- Keir Starmer, primeiro-ministro britânico, disse que a assinatura abre caminho para um marco legal que permite operações de forças britânicas, francesas e parceiras no solo ucraniano, com hubs militares e estruturas protegidas para defesa.
- Friedrich Merz, chanceler alemão, afirmou que cada parceiro decidirá sua contribuição conforme procedimentos internos, com a Alemanha mantendo apoio político, financeiro e militar, e sem excluir possibilidades, incluindo presença de forças em território da OTAN após o cessar-fogo.
The United States e nações europeias avançaram, nesta terça-feira, para um conjunto de garantias de segurança juridicamente vinculativas para a Ucrânia. O objetivo é protegê-la de novas agressões russas, mesmo que o acordo de paz venha a ser fechado no futuro.
Durante a reunião em Paris, autoridades apontaram que os textos já estão próximos do formato final e que as garantias devem oferecer um marco de dissuasão claro, bem como mecanismos de defesa no caso de ataques, assegurando que o término do conflito seja duradouro. A expectativa é de que o acordo também traga prosperidade estável para o país.
Principais pontos destacados
Com o apoio de Washington, o representante americano destacou que as garantias reforçam protocolos de segurança para dissuadir ataques e, se houver ofensivas, oferecer defesa eficaz. O grupo afirmou estar próximo de uma conclusão robusta, com impacto duradouro para a Ucrânia.
O conselheiro próximo do ex-presidente Trump ressaltou que o progresso alcançado naquele encontro não significa paz garantida, mas que avanços são essenciais para que qualquer acordo futuro ofereça proteção contínua e salvaguardas contra retornos da violência.
O premiê britânico afirmou que a assinatura serve como base legal para operações de forças britânicas, francesas e de parceiros no território ucraniano, além de fortalecer a defesa aérea e naval. Também mencionou planos de estabelecer centros militares e instalações protegidas para suprir necessidades defensivas.
O chanceler alemão destacou que cada parceiro deve decidir, segundo seus trâmites internos, a contribuição que fará. A Alemanha continuará contribuindo politicamente, financeiramente e militarmente, com possíveis desdobramentos no uso de forças em território aliado a partir de um cessar-fogo definido.
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