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Reino Unido pede ao X que atue contra vídeos sexuais manipulados por IA

Reino Unido pressiona X a conter imagens sexualmente manipuladas por IA com Grok; multa pode chegar a £18 milhões ou 10% do faturamento global

Como proteger sua empresa de golpes com deepfake
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  • O governo britânico pediu à rede X, de Elon Musk, que impeça a proliferação de imagens falsas de mulheres e meninas nuas criadas com a IA Grok.
  • A ministra da Tecnologia, Liz Kendall, disse que as imagens são repugnantes e que o X precisa agir com urgência para conter o problema.
  • A Comissão Europeia informou que está revendo as denúncias sobre a ferramenta.
  • O regulador britânico Ofcom solicitou ao X informações sobre a proteção de usuários e pode abrir uma investigação formal.
  • O Grok reconheceu falhas que permitiram criar imagens sexuais de mulheres e menores e disse que está corrigindo; pela Lei de Segurança Online, plataformas podem receber multas de até 18 milhões de libras ou 10% do faturamento global em caso de descumprimento.

O governo do Reino Unido pediu à rede social X, de propriedade de Elon Musk, que ofereça soluções para impedir a disseminação de imagens falsas de mulheres e meninas nuas geradas por Grok, o assistente de IA da plataforma. As imagens são produzidas ao retocar fotos ou vídeos de pessoas reais e já causaram protestos globais.

A ministra da Tecnologia, Liz Kendall, afirmou que o conteúdo é repugnante e inadequado para uma sociedade decente. Ela reforçou que a publicação dessas imagens não será tolerada e solicitou urgência na resposta do X. Kendall também ressaltou o papel do regulador Ofcom e das medidas que considerar necessárias.

A Comissão Europeia informou estar analisando as denúncias sobre a ferramenta com seriedade. Em resposta, o governo britânico reiterou apoio à atuação do Ofcom e a medidas coercitivas, se cabíveis, para conter a disseminação de conteúdos degradantes.

O Ofcom pediu informações ao X sobre as proteções aos usuários e não descartou abrir uma investigação formal. A agência destacou a obrigação de plataformas de atuar rapidamente para remover conteúdos prejudiciais, sob a legislação de segurança online.

O Grok reconheceu falhas que permitiram a criação de imagens com conteúdo sexual envolvendo mulheres e menores. A empresa afirmou que está corrigindo as falhas com urgência e trabalha para impedir novos incidentes.

Segundo a Online Safety Act, as plataformas devem atuar para combater conteúdos deste tipo e agir com rapidez para removê-los. O não cumprimento pode implicar sanções financeiras, que chegam a 18 milhões de libras ou 10% do faturamento mundial.

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