- A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, declarou sete dias de luto por militares mortos no ataque dos EUA na semana passada, que visava capturar Nicolás Maduro.
- O governo venezuelano informou que cerca de duas dezenas de oficiais venezuelanos morreram no ataque.
- O governo de Cuba informou que 32 de seus militares e policiais que atuavam na Venezuela também morreram e anunciou dois dias de luto.
- O ataque ocorreu no fim de semana e houve ampliação de informações sobre vítimas entre forças venezuelanas e cubanas.
A Venezuela declarou uma semana de luto pelas baixas entre as suas Forças Armadas após a incursão liderada pelos EUA, no fim de semana, que visava prender o presidente Nicolas Maduro. A decisão foi anunciada pela presidente interina Delcy Rodríguez nesta terça-feira.
Segundo o governo venezuelano, cerca de duas dezenas de oficiais venezuelanos foram mortos no ataque. A operação ocorreu em território venezuelano, segundo relatos oficiais, com o objetivo de capturar Maduro.
Agressão e desdobramentos chegaram a Caracas, onde o governo afirmou ter ocorrido o incidente durante a tentativa de prisão de Maduro. Detalhes sobre responsáveis e números exatos não foram totalmente esclarecidos pela chancela oficial.
Balanço de vítimas e reações
Além das baixas na Venezuela, Cuba informou que 32 de seus militares e policiais que atuavam na Venezuela também morreram na ofensiva. Havana decretou dois dias de luto em resposta ao evento.
Autoridades venezuelanas ressaltaram que as informações continuam em avaliação e que medidas adicionais podem ser anunciadas. O Ministério da Defesa não divulgou detalhes sobre ações futuras ou investigações em andamento.
O episódio elevou tensões regionais e suscita perguntas sobre a legalidade internacional da operação, bem como sobre os desdobramentos políticos internos na Venezuela. O governo não confirmou datas de novas entrevistas ou comunicados oficiais sobre o caso.
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