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Venezuela e Cuba divulgam listas de 55 mortos na captura de Maduro pelos EUA

Venezuela e Cuba publicam listas com 55 militares mortos na operação que resultou na captura de Nicolás Maduro, destacando cooperação histórica entre defesa, saúde e educação

O presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente venezuelano Nicolás Maduro. Fotos: Kamil Kaczynski e Frederico Parra/AFP
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  • Cuba divulgou a lista com 32 militares mortos no ataque dos Estados Unidos a Caracas, realizado um dia antes de a Venezuela confirmar 23 falecimentos entre as tropas.
  • Venezuela informou publicamente obituários no Instagram para 23 militares, incluindo cinco almirantes, 16 sargentos e dois soldados.
  • O presidente venezuelano deposto Nicolás Maduro foi capturado no último sábado, 3, junto com a esposa, Cilia Flores, e ambos estão em Nova York, onde se declararam inocentes das acusações de narcotráfico e terrorismo.
  • O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, disse que a equipe de segurança de Maduro foi morta a sangue frio pelas tropas americanas, que teriam bombardeado a capital e outros estados.
  • Maduro e Cuba mantêm cooperação estreita em setores como defesa, saúde e educação, com a relação entre os países mencionada como de longa data.

A Venezuela e Cuba divulgaram listas oficiais com o registro de militares mortos em ações envolvendo uma ofensiva que resultou na captura de Nicolás Maduro. O anúncio ocorre após relatos de confrontos que abalaram a capital Caracas e outras regiões do país.

Cuba publicou nesta terça-feira 6 a lista de 32 soldados mortos no ataque dirigido contra Caracas. A divulgação ocorreu um dia depois de o Exército venezuelano confirmar 23 militares falecidos em ações relacionadas ao episódio.

Maduro foi capturado no último sábado 3, junto com a esposa, Cilia Flores. Ambos estão em Nova York, onde se declararam inocentes das acusações de narcotráfico e terrorismo.

O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino, afirmou que a equipe de segurança de Maduro foi morta por tropas americanas, após bombardeios na capital e em outros estados. Não houve detalhes operacionais adicionais.

Relação e contexto

A mídia oficial cubana destacou que 21 mortes ocorreram entre membros do Ministério do Interior, incluindo três oficiais de alta patente (dois coronéis e um tenente-coronel). Os 11 demais eram membros das Forças Armadas Revolucionárias, em sua maioria soldados.

Do lado venezuelano, o Exército publicou obituários em sua conta no Instagram, contabilizando 23 militares falecidos, entre almirantes, sargentos de várias patentes e dois soldados. O relato reforça a dimensão humano do episódio.

Cuba e Venezuela mantêm cooperação estreita em defesa, saúde e educação, com histórico de parcerias de longa data. A divulgação das listas oficiais busca разdar os números oficiais sobre as vítimas.

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