- Brigitte Bardot morreu aos 91 anos na residência La Madrague e teve funeral em Saint-Tropez, na igreja Notre-Dame de l’Assomption.
- O velório foi transmitido em telas grandes pela cidade, com a participação de familiares, fãs e personalidades locais.
- Entre os presentes estavam a presidente de ultradireita Marine Le Pen, além do marido de Bardot, Bernard d’Ormale, e o filho Nicolas-Jacques Charrier.
- O evento contou com apresentações de cantores franceses, como Jean-Roch e Mireille Mathieu, e a presença de ativistas, incluindo Paul Watson.
- Bardot, conhecida por ativismo animal e visões políticas conservadoras, teve vida marcada por carreira no cinema, atuação pública e controvérsias sobre imigração.
Brigitte Bardot foi enterrada nesta quarta-feira em Saint-Tropez, onde ocorreu a cerimônia fúnebre na igreja Notre-Dame de l’Assomption. A despedida foi transmitida em telões pela cidade, mantendo o tom simples que a atriz e ativista defendia.
A cerimônia reuniu familiares, amigos próximos e personalidades. Entre os presentes estavam o marido de Bardot, Bernard d’Ormale, o filho Nicolas-Jacques Charrier, e convidados como os cantores Jean-Roch e Mireille Mathieu, a apresentadora Caroline Margeridon e o ativista ambiental Paul Watson. A líder de extrema direita Marine Le Pen esteve entre os convidados especiais.
Segundo o marido, Bardot faleceu em sua residência La Madrague, aos 91 anos, após uma batalha contra o câncer, conforme informações dadas anteriormente ao Paris Match. O caixão foi conduzido em cortejo que passou pela Place des Lices e pelo porto de Saint-Tropez, antes de ingressar na igreja.
A cerimônia contou com a participação de familiares próximos e de apoiadores da causa animal defendida pela atriz. O evento incluiu uma leitura de homenagem e, segundo fontes, deve refletir a trajetória da artista, marcada pela fama internacional nos anos 1950 e pela militância em defesa dos direitos dos animais.
A imprensa acompanhou a passagem do cortejo pelas ruas da cidade, com a transmissão pública das homenagens em praças centrais. Em meio à repercussão, diversos seguidores acompanharam o desenrolar da cerimônia em telas instaladas pela cidade, preservando o clima de respeito e memória.
Entre as personalidades presentes houve também a indicação de alinhamentos políticos que Bardot expressou ao longo dos anos. Le Pen compareceu ao evento, destacando a relação entre Bardot e a figura pública Marianne, associada a símbolos nacionais. A presença gerou diversas reações entre os presentes.
Durante a cobertura, destacou-se o enfoque na defesa animal que marcou a vida de Bardot, conforme fontes próximas à Fundação Brigitte Bardot. O momento foi apresentado como uma homenagem à atuação da artista nesse campo, conforme relatos da imprensa francesa.
Entre na conversa da comunidade