- Moscou condenou o uso da força dos Estados Unidos contra o petroleiro Marinera, de bandeira russa, no Atlântico Norte.
- Washington anunciou, na terça-feira 7, a apreensão do navio após dias de perseguição desde que zarpou da Venezuela.
- A Rússia citou a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar de 1982 para justificar que a liberdade de navegação se aplica em águas internacionais e que nenhum país tem direito de usar a força contra embarcações registradas sob jurisdição de outros estados.
- A pasta de Transportes informou que o Marinera obteve permissão temporária para navegar com bandeira russa em 24 de dezembro e que o contato com o barco foi perdido após o abordaje das forças navais americanas em alto-mar.
- A notícia acompanha a imagem do Marinera em arquivo de 18 de março de 2025.
O governo russo condenou nesta quarta-feira 7 o uso da força dos EUA contra o petroleiro Marinera, de bandeira russa, no Atlântico Norte. Washington havia anunciado a apreensão do navio após dias de perseguição desde que saiu da Venezuela.
O Ministério dos Transportes da Rússia afirmou que, segundo a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar de 1982, a liberdade de navegação vigora em águas internacionais e nenhum Estado pode usar força contra embarcações registradas sob a jurisdição de outros países.
A pasta explicou que o Marinera recebeu permissão temporária para navegar com bandeira russa em 24 de dezembro e que o contato com o barco se perdeu depois que as forças navais americanas o abordaram em alto-mar.
Não há, no texto, informações sobre o destino imediato do marinheiro ou sobre possíveis acusações. A agência rusa afirmou ainda que a situação violaria normas internacionais e pediu esclarecimentos oficiais.
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