- O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, disse que a economia do Irã enfrenta alta inflação e outros desafios, em parte devido às sanções americanas.
- Ele afirmou que a situação econômica está precariamente no limite, citando a repressão violenta a protestos como preocupação dos EUA.
- Grupos de direitos humanos apontam pelo menos 25 mortes nos primeiros nove dias de protestos iniciados no bazar de Teerã, motivados pela desvalorização da moeda e pela inflação elevada.
- As autoridades iranianas reconhecem dificuldades econômicas, mas atribuíram as manifestações a redes ligadas a potências estrangeiras.
- Bessent destacou que o que era uma sociedade relativamente afluente está desmoronando, em grande parte por causa das sanções, e mencionou dúvidas sobre como Teerã financiará o redesenho de seu programa nuclear.
O Tesouro dos EUA descreveu a situação econômica do Irã como precária, citando inflação alta e sanções como fatores que pressionam a economia. A avaliação foi feita pelo secretário do Tesouro, Scott Bessent, nesta quinta-feira, durante participação no Economic Club of Minnesota, em Golden Valley, Minnesota.
Bessent afirmou que a economia iraniana está deteriorando, com o impacto das sanções contribuindo para o agravamento da crise. O comentário reforça a linha de alerta dos EUA sobre a resposta de Teerã a manifestações contra o regime.
As informações sobre protestos no Irã chegam após relatos de confrontos e repressão. Organizações de direitos humanos indicaram ao menos 25 mortos nos nove primeiros dias de protestos, iniciados no bazar de Teerã devido à desvalorização da moeda e à inflação.
Autoridades iranianas reconhecem dificuldades econômicas, mas atribuem a desordem a redes associadas a potências estrangeiras. Um magistrado de alto escalão iraniano prometeu endurecimento contra ceux que colaborarem com o que chamou de inimigo da República Islâmica.
Bessent acrescentou que não está claro como Teerã financiará a reconstrução de seu programa nuclear, em meio a sanções internacionais. O tom da fala ocorre em meio a referências do governo americano a ações fortes caso haja violência adicional contra manifestantes.
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