- David Hart, de 22 anos, foi condenado a cumprir um ano de prisão em Nova York por fazer telefonemas de ameaça de bomba que visaram instituições do Reino Unido.
- O caso resultou de uma investigação conjunta entre a Scotland Yard e o Departamento de Segurança Interna dos EUA; Hart foi processado nos EUA e compareceu ao tribunal em 6 de janeiro.
- Entre outubro e meados de novembro de 2023, Hart fez 95 ligações para números no Reino Unido, sendo 66 para Londres, com várias chamadas chegando a destinos acionados.
- Entre os alvos estavam sete hospitais, seis bares, restaurantes e supermercados, duas salas de comando da polícia e um centro de informações e apoio ao câncer; Hart tentou ligar duas vezes para Westminster Abbey, sem sucesso devido ao horário.
- Nas ligações, ele alegava ter colocado bombas nos locais e descrevia cenários como “próximo de explodir”, com ligações repetidas ao mesmo destino e duração próxima de trinta minutos em alguns casos; autoridades disseram que as equipes tomaram precauções, incluindo buscas e, em alguns casos, lockdowns.
David Hart, de 22 anos, foi preso em Nova York e recebeu pena de um ano de prisão por realizar uma série de ameaças falsas de bomba com alvo em instituições no Reino Unido. O caso foi apresentado em 6 de janeiro na corte federal do distrito norte de Nova York.
Entre outubro e meados de novembro de 2023, Hart realizou 95 ligações para números no Reino Unido, sendo 66 destinadas a Londres. Nem todas as chamadas chegaram a ser atendidas, mas muitas foram.
Os alvos incluíram sete hospitais, seis bares, restaurantes e supermercados, duas salas de controle de polícia e um centro de informações e apoio ao câncer. Westminster Abbey foi alvo duas vezes, mas as ligações não foram atendidas porque ocorreram à noite.
Investigação e acusação
A polícia de Londres informou que Hart frequentemente afirmava ter colocado bombas nos locais contatados, e realizava chamadas repetidas, às vezes com intervalos de dias. Em algumas ocasiões, mencionou ter colocado uma bomba no porão de um hotel, descrevendo-a como caseira e com pregos.
A investigação conjunta entre a Scotland Yard e o Departamento de Segurança Interna dos EUA levou à acusação formal. O tribunal considerou que Hart tinha consciência de que as ameaças seriam recebidas como reais e que as ações tinham o objetivo de causar pânico.
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