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Espanhóis libertados de prisão na Venezuela chegam a Madrid

Cinco nacionais espanhóis chegam a Madri após libertação na Venezuela, em meio a tensões diplomáticas e acusações de espionagem negadas pelo governo espanhol

Spanish citizens freed during a prisoner release in Venezuela arrive at Adolfo Suarez Madrid-Barajas Airport
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  • Quatro nacionais espanhóis e um ativista venezolanohispânico de direitos humanos chegaram a Madrid na sexta-feira, um dia após serem libertados na Venezuela.
  • As liberações ocorreram após a captura do presidente Nicolás Maduro pelos EUA.
  • Entre os liberados estão o advogado San Miguel, detido em fevereiro de 2024, no aeroporto Maiquetía, e Andrés Martínez Adasme e José María Basoa, dos Países Bascos, detidos em 2024.
  • Os demais libertados foram Ernesto Gorbe e Miguel Moreno.
  • O ministro espanhol das Relações Exteriores, José Manuel Albares, informou que o grupo já está reunido a familiares e afirmou que espera o retorno à vida normal, ressaltando um tom de progresso.

Four cidadãos espanhóis e um ativista de direitos venezano-espanhol chegaram a Madrid na sexta-feira, um dia após serem liberados de presídio na Venezuela, em meio à captura do presidente Nicolás Maduro pelos EUA.

A reintegração ocorreu com a reunião de familiares e amigos, segundo o ministro espanhol das Relações Exteriores, José Manuel Albares. O ministro desejou um retorno rápido à vida normal.

San Miguel, detido em fevereiro de 2024 no Aeroporto Internacional Maiquetía, perto de Caracas, é advogado e especialista em segurança e nas Forças Armadas venezuelanas.

Dois detidos em 2024, Andres Martínez Adasme e Jose María Basoa, são do País Basco e tiveram acusações ligadas a suposta participação de espionagem contra Maduro. O governo espanhol nega as acusações.

Os outros liberados são Ernesto Gorbe e Miguel Moreno. Espanha classificou a ação venezuelana como um passo positivo, segundo fontes oficiais.

Contexto internacional

Trump afirmou que a libertação é sinal de cooperação e busca por paz, mas grupos de direitos humanos contestam que haja ampliações significativas de liberdades. O governo venezuelano não detalhou números oficiais de liberados.

Detalhes dos casos

As informações sobre as investigações contra Martínez Adasme e Basoa foram divulgadas por autoridades venezuelanas em 2024. Espanha reiterou que as acusações não refletem a posição oficial do governo espanhol.

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