- Nove pessoas consideradas prisioneiras políticas por um grupo de direitos humanos foram libertadas até a tarde de sexta-feira, em um movimento elogiado pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
- Não há uma lista oficial com quem foi libertado nem confirmação de quantos ainda serão soltos nesta leva.
- O grupo Foro Penal afirma que, após as libertações desta semana, restam 811 prisioneiros políticos no país, incluindo estrangeiros.
- A divulgação ocorre em meio a uma semana de turbulência política em Caracas, com críticas da oposição e de organizações de direitos humanos sobre detenção de dissidentes; o governo sustenta que os presos cometeram crimes.
- Entre os libertados estão cinco cidadãos espanhóis, além de outras pessoas, como parte de uma rodada de liberações que acompanha o cenário político polarizado da Venezuela.
Nove pessoas consideradas prisioneiras políticas por um importante grupo de direitos humanos foram liberadas na tarde de sexta-feira, como parte de uma aceleração de libertações em Venezuela. A medida é recebida com elogios do presidente dos EUA, Donald Trump, que afirmou ter ocorrido cooperação venezuelana para a libertação.
A liberação ocorre em meio a um período de tensão política em Caracas, envolvendo acusações de repressão a dissidentes. O governo venezuelano sustenta que os detidos eram responsáveis por crimes, enquanto opositores e organizações de direitos humanos contestam esse diagnóstico.
A Foro Penal, organização local, informou que ainda há 811 prisioneiros considerados políticos no país, incluindo mais de 80 estrangeiros. Entre os liberados nesta semana estão cinco cidadãos espanhóis, além de outros detidos já identificados pela ONG.
Contexto e desdobramentos
Familiares aguardam notícias de detidos em várias prisões, com relatos de encontros fora de unidades prisionais na busca por informações. Advogados e observadores ressaltam que a libertação não encerra dúvidas sobre o tratamento a dissidentes.
Outros contatos indicam que o governo não divulgou uma lista oficial de quem seria libertado nem números exatos, gerando expectativa entre familiares sobre novos anúncios. A semana também incluiu ações políticas envolvendo a Presidência interina e questões econômicas do país.
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