- Em Manosque, França, três homens encapuzados invadiram a residência por volta das 19h30, amarraram uma mulher e levaram um drive USB de criptomoedas do marido/ parceiro, fugindo em seguida.
- O ataque eleva o total de ocorrências recentes na França para quatorze, conforme banco de dados do pesquisador Jameson Lopp; a vítima saiu ilesa fisicamente, mas foi agredida verbalmente durante o ataque.
- A investigação envolve a prisão de uma funcionária fiscal, Ghalia C., em 2025, por supostamente fornecer endereços de investidores em criptomoedas a organizações criminosas, recebendo cerca de 800 euros por operação.
- Dados indicam aumento da violência ligada a crimes com criptomoedas, com 65 incidentes em 2025 e mais da metade classificados como “seriosos” ou superiores; dois terços dos ataques resultam na subtração de ativos.
- Autoridades recomendam medidas de segurança, como evitar exibir riqueza, manter redes de proteção, usar carteiras separadas e ações de privacidade para reduzir riscos de ataques.
Masked gunmen roubaram um USB de criptomoeda em Manosque, capturando uma mulher na residência do casal. O crime ocorreu por volta de 19h30, quando três indivíduos encapuzados invadiram a casa no Chemin Champs de Pruniers. A vítima foi amarrada, ameaçada com uma arma e, após a apreensão do USB, os suspeitos fugiram. A mulher saiu ilesa e a polícia já investiga o caso.
Segundo moradores e veículos de imprensa locais, a ação marca a 14ª derrocada recente na França, associada a ataques a holders de criptomoedas. Pesquisadores apontam que a contabilidade de incidentes tem aumentado ao longo de 2025, com registros globais compilados em bases de dados independentes.
A investigação apontará se o USB continha dados sensíveis ou apenas informações de posse de cripto, e quais seriam os alvos estratégicos dos criminosos. O caso segue sob apuração pelas autoridades francesas, sem confirmação de prisão de envolvidos até o momento.
Revelação sobre venda de dados a gangs
A divulgação aponta que uma funcionária fiscal, identificada como Ghalia C., teria fornecido acessos a bases de dados governamentais a organizações criminosas. Ela foi presa em junho de 2025, em Bobigny, sob acusação de utilizar softwares fiscais para localizar alvos de crimes.
Segundo a denúncia, a investigada consultava arquivos sobre investidores em criptomoedas e funcionários de prisões, repassando informações mediante pagamentos. As apurações apontam que a funcionária não fornecia apenas dados de pessoas comuns, mas também endereços de alvos de ataques.
A defesa sustenta que a justiça exige cautela, enquanto os promotores afirmam que houve abuso de poder para financiar delitos. Em depoimentos, houve menções a pagamentos de aproximadamente 800 euros por operação, conforme relato de investigadores.
As apurações também vincularam ações de ataques a residências de guardas prisionais a indivíduos recrutados por meio das informações obtidas. A investigação continua, com buscas por demais cúmplices e traços de organização criminosa.
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