- O presidente Lula celebrou a aprovação do acordo de livre comércio entre União Europeia e Mercosul, chamando-o de dia histórico para o multilateralismo.
- A assinatura está marcada para 17 de janeiro no Paraguai.
- O Brasil, potência agrícola, deverá ampliar exportações de carne, soja, arroz e mel para a Europa, em troca da abertura de seu mercado a veículos, máquinas, queijos e vinhos europeus.
- A União Europeia aprovou o acordo nesta sexta-feira, após mais de vinte e cinco anos de negociações, enfrentando oposição de França, Polônia, Irlanda e Hungria.
- O tratado abre caminho para a maior zona de livre comércio do mundo, com mercado conjunto de mais de 700 milhões de pessoas, conforme Lula, que destacou benefícios para exportações e investimentos produtivos europeus.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou a aprovação do acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul pela UE, ocorrido nesta sexta-feira. Ele descreveu o passo como um dia histórico para o multilateralismo.
Lula afirmou, em postagem na rede X, que o acordo sinaliza apoio ao comércio internacional diante do protecionismo. O texto busca estimular o crescimento econômico e beneficiar ambos os blocos, segundo o presidente.
O Brasil é apontado como um dos principais beneficiários. O tratado será assinado no Paraguai, em 17 de janeiro, marcando a abertura de negociações adicionais entre as partes. A confirmação ocorreu após anos de negociações.
O que muda para o Brasil
O acordo abre espaço para ampliar as exportações brasileiras de carne, soja, arroz e mel para a Europa, em troca da entrada de veículos, máquinas, queijos e vinhos europeus no mercado brasileiro. A negociação envolve regras comerciais.
Contexto e próximos passos
A aprovação ocorre mesmo com resistências de países como França e alguns membros da Europa, que contestaram parte do acordo. A criação da maior zona de livre comércio do mundo depende do andamento das etapas formais.
Lula tem defendido o pacto de forma constante. Na cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu, ele pediu coragem e vontade política aos europeus para viabilizar o acordo.
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