- Trump diz que buscará um acordo para a Groenlândia “do jeito fácil”; se não for possível, admite fazer “do jeito difícil” (sexta-feira).
- O presidente afirmou que ainda não está falando de dinheiro para convencer a Groenlândia a se juntar aos Estados Unidos.
- Diplomatas dos Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia se reuniram com assessores da Casa Branca na quinta-feira.
- A Groenlândia continua firme: não está à venda, pública e privadamente.
- O embaixador da Dinamarca e o chefe da representação da Groenlândia nos EUA participaram da reunião com Trump.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou a repórteres, nesta sexta-feira, que buscará um acordo para adquirir Groenlândia, mas admitiu que poderá recorrer a “meios difíceis” se as negociações não avançarem pelo caminho mais simples. A fala ocorreu nos EUA, com Trump respondendo a perguntas de imprensa.
Ele disse que prefere um acordo pelo caminho fácil e elogiou a Dinamarca pela postura. Também mencionou, sem detalhar, se há interesse de pagamento para convencer a Groenlândia a se unir aos EUA.
Trump acrescentou que ainda não tratou de pagamentos com a Groenlândia. Diplomatas de Washington afirmam que há consulta com autoridades dinamarquesas sobre o tema, sem consenso sobre a venda da ilha.
Diplomatas discutem possível acordo
Na quinta-feira (8), principais diplomatas para Groenlândia e Dinamarca se encontraram com assessores da Casa Branca. O objetivo foi alinhar informações sobre a possível aquisição e as sinalizações da Groenlândia, que nega estar à venda.
O embaixador da Dinamarca, Jesper Møller Sørensen, e o chefe da representação da Groenlândia nos EUA, Jacob Isbosethsen, participaram do encontro. Os diplomatas reiteraram que a Groenlândia não está à venda, segundo fontes próximas ao assunto.
Entre na conversa da comunidade