- Governo da Venezuela informou na noite de sexta-feira (9) que o navio petroleiro Minerva retorna após operação conjunta com os EUA; a embarcação teria deixado o país sem pagamento ou autorização venezuelana.
- A PDVSA disse que, graças à primeira exitosa operação conjunta, o navio navega de volta às águas venezuelanas para proteção e ações pertinentes.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ter apreendido o navio-tanque e que o petróleo será vendido pelo Grande Acordo Energético.
- No mesmo dia, a presidente interina Delcy Rodríguez tratou do processo diplomático para a abertura de embaixadas dos Estados Unidos.
- Delcy Rodríguez indicou que a resposta à intervenção dos EUA será pela via diplomática, destacando a defesa da soberania com paciência e determinação estratégica.
A Venezuela informou na noite de sexta-feira 9 que, após uma operação conjunta com os Estados Unidos, o navio petroleiro Minerva retornou às águas venezuelanas. A empresa estatal PDVSA afirmou que o cargueiro havia deixado o país sem pagamento ou autorização venezuelana e que, com a operação, o retorno foi assegurado para proteção e ações pertinentes.
A imprensa local destacou que o anúncio foi feito por meio de um comunicado assinado pela PDVSA. A nota indica que, graças à primeira operação conjunta bem-sucedida, o navio se dirige de volta à Venezuela para cumprir seus procedimentos.
O próprio presidente norte-americano, Donald Trump, informou em rede social que a operação ocorreu em coordenação com autoridades venezuelanas consideradas interinas. Segundo ele, o navio-tanque está a caminho de volta para a Venezuela e o petróleo seria vendido por meio de um suposto Grande Acordo Energético.
Abertura de embaixadas
No mesmo dia, a presidente interina Delcy Rodríguez tratou do processo diplomático para a abertura de embaixadas dos Estados Unidos na Venezuela. Em mensagem publicada, ela destacou a condenação à agressão sofrida pelo povo venezuelano.
Rodríguez afirmou que a resposta será pela via diplomática, defendendo a soberania e a estabilidade do país. A nota reforçou que a estratégia envolve paciência e uma atuação estratégica para proteger a população e facilitar o retorno de Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores.
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