- O Irã ameaçou retaliar contra Israel e bases militares dos Estados Unidos caso haja bombardamento americano.
- Vídeos mostram caos nas ruas do Irã durante protestos contra o governo de Ali Khamenei.
- A declaração ocorre numa onda de manifestações e após o presidente dos EUA, Donald Trump, dizer que está pronto para ajudar os manifestantes; Masoud Pezeshkian, presidente do Parlamento, acusou EUA e Israel de provocarem o conflito e pediu que a população se afaste de opositores.
- A organização de direitos humanos HRANA registrou pelo menos 116 mortos nos protestos.
- A Reuters aponta que o Parlamento iraniano considerou ataques a bases e navios dos EUA como legítimos em resposta a um possível ataque, em meio à escalada entre Irã, Israel e EUA e a tensão internacional.
O Irã ameaçou retaliar contra Israel e bases militares dos EUA caso haja bombardamento norte-americano. A declaração ocorreu neste domingo, 11, em meio a tensões regionais. O país sinalizou que ações hostis poderiam ser respondidas com ataques a alvos estratégicos no exterior.
Vídeos que circulam mostram caos nas ruas, com protestos contra o governo do aiatolá Ali Khamenei. As manifestações seguem em diversas cidades e ganham contornos políticos, com reivindicações de mudanças no regime.
Trump afirmou que os EUA estão prontos para ajudar manifestantes, aumentando a pressão diplomática sobre Teerã. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, acusou EUA e Israel de provocar o conflito e pediu distanciamento da oposição.
Conflito, números e respostas oficiais
Segundo HRANA, pelo menos 116 pessoas morreram nos protestos desde o início das mobilizações. A Reuters reporta que o Parlamento iraniano classificou ataques a bases e navios dos EUA como alvos legítimos em retaliação a um eventual ataque.
Confrontos persistem em ruas e praças, enquanto o regime busca manter o controle da violência interna. Observa-se ainda uma pressão interna para diálogo com a população e uma leitura de escalada nas relações com Israel e EUA.
Contexto internacional e regional
O noticiário aponta que o conflito envolve uma rede de conflitos regionais mais amplos. O Irã, pressionado por críticas internacionais, busca coordenar respostas internas e externas sem abrir espaço a desembarques de opositores.
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