- Líderes da Europa e dos Estados Unidos condenaram a repressão iraniana e manifestaram apoio aos manifestantes que saíram às ruas nos últimos dias.
- A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que o bloco apoia integralmente os protestos, e a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, classificou a resposta das forças de segurança como desproporcional.
- O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia pediu que a comunidade internacional aumente a pressão sobre Teerã, associando a repressão à atuação do Irã na guerra na região.
- As autoridades iranianas anunciaram responsabilidade de proteger a segurança e defenderam as vias públicas, enquanto o regime intensificava o esforço para conter os protestos.
- Segundo a ONG Hengaw, ao menos sessenta e cinco pessoas morreram e mais de dois mil e trezentas foram presas nos últimos treze dias; a inflação elevada e a decisão de encerrar um programa de dólares subsidiados contribuíram para o descontentamento.
Foi registrado um aprofundamento da repressão iraniana contra manifestantes que pedem mudanças no regime. A imprensa aponta queda geral de informações, uso de força e prisões em várias cidades do país. O movimento ganhou impulso após a aceleração de preços e a inflação.
Líderes internacionais condenaram a violência e expressaram apoio ao direito de protestar. A presidente da Comissão Europeia afirmou apoio integral aos manifestantes, enquanto o chanceler da UE destacou a violência como desproporcional. A oposição internacional pediu diálogo e garantias de liberdades.
Autoridades iranianas intensificaram ações para conter os protestos. A Guarda Revolucionária descreveu a proteção da segurança como linha vermelha, enquanto o governo prometeu defender propriedades públicas. O procurador-geral afirmou que processos contra manifestantes serão implacáveis.
Reações internacionais e posicionamentos
Países ocidentais Rebateram a repressão com críticas públicas e pediram respeito às liberdades. Líderes da França, Alemanha e Reino Unido destacaram a responsabilidade das autoridades em proteger a população e permitir expressão pacífica.
Contexto econômico e desdobramentos
Os protestos emergiram no contexto de inflação elevada, com exclusões de itens básicos no mercado. O Banco Central encerrou programa que facilitava dólar a importadores, elevando preços e alimentando as manifestações, segundo relatos.
Setores tradicionais próximos ao Estado, como os bazaaris, também passaram a agir de modo mais assertivo, ampliando a pressão econômica e refletindo descontentamento popular. Em meio a isso, autoridades anunciam medidas para manter a ordem pública.
Até o momento, o número de mortos e de detidos varia conforme a fonte, com organizações de direitos humanos apontando dezenas de vítimas e milhares de prisões nos últimos 13 dias. O cenário mantém-se tenso e em evolução.
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