- O Departamento de Estado dos EUA informou ter revogado mais de 100 mil vistos desde que o presidente Donald Trump tomou posse no ano passado, estabelecendo um novo recorde.
- Destas revogações, cerca de 8 mil são vistos de estudante e 2,5 mil são vistos especializados para pessoas com antecedentes com a lei.
- O anúncio aponta um aumento de aproximadamente 150% em comparação com 2024.
- As principais causas das revogações foram overstays (permanência além do permitido), dirigir sob influence, agressão e furto; também foi criado o Centro de Verificação Contínua para monitorar estrangeiros no país.
- Em novembro, o Departamento informou ter revogado cerca de 80 mil vistos não imigrantes desde a posse de Trump, com políticas de verificação mais rigorosas, incluindo avaliação de redes sociais.
O Departamento de Estado dos EUA informou nesta segunda-feira que já revogou mais de 100 mil vistos desde que o presidente Donald Trump assumiu o cargo no ano passado, marcando um recorde no endurecimento da política migratória. Entre eles, cerca de 8 mil vistos de estudantes e 2,5 mil vistos especializados para pessoas que tiveram encontros com a lei.
A administração ressalta que a medida faz parte de uma ofensiva mais ampla contra imigração, com políticas mais rigorosas na concessão de vistos, verificação de redes sociais mais restrita e ampliação de triagens.
Segundo o Departamento, as principais causas das revogação são permanência além do permitido, dirigir sob influência de álcool, agressão e furto, representando um aumento de 150% em comparação com 2024. A iniciativa inclui o novo Centro de Verificação Contínua.
O órgão também informou que diplomatas no exterior recebem diretrizes para identificar candidatos considerados hostis aos EUA ou com histórico de ativismo político, potencialmente levando à suspensão de vistos.
Além disso, houve referência a medidas aplicadas a portadores de visto de estudante e residentes permanentes com passagem por suporte a palestinas/criticas à conduta de Israel no conflito, sob alegação de risco à política externa dos EUA.
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